"Afastar muitos para longe do rebanho, foi para isso que eu vim!" Nietzsche

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Censura só no tempo do Salazar...


Lusa: Conselho de Redacção contesta
‘Estagnação’ é palavra proibidaO Conselho de Redacção (CR) da Lusa "estranha" o modo como a agência de notícias tem tratado alguns assuntos do País. Da proibição do uso da palavra estagnação, às críticas ao número de notícias sobre o computador ‘Magalhães’, são vários os pontos do comunicado do CR que sugerem ingerência na Informação da Lusa.


No documento, a que o CM teve acesso, o CR "estranha que, no dia da divulgação das novas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), os jornalistas da economia tenham sido proibidos de utilizar a palavra ‘estagnação’ [no título e no lead], para qualificar a evolução de 0,1% prevista para o PIB português em 2009". Para o CR da Lusa, "a interdição de utilização do termo estagnação naquela notícia surge com contornos censórios", causando uma "profunda preocupação". No documento lê-se que o director da Lusa, Luís Miguel Viana, "não percebe onde é que o CR quer chegar com a menção de ‘contornos censórios’".


A cobertura noticiosa das "campanhas de marketing do Governo" também foi criticada pelo CR, nomeadamente a entrega do computador ‘Magalhães’ nas escolas. A Lusa "acompanhou grande número de membros do Governo, com um número exagerado de notícias de agenda". Além disso, o CR considera que a agência "tratou muito tarde a Informação de que o ‘Magalhães’ não era um computador exclusivamente português". O director da agência admitiu ao CR ter sido por sua iniciativa "que foi elaborada a notícia sobre o computador peça a peça, reconhecendo que a notícia acabou por sair demasiado tarde".

Acho que está tudo dito...

É só para relembrar algumas perolas...

Eu preferia quando a Senhora se mantinha em silêncio...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Barack Obama Presidente dos E.U.A

Clique para ouvir o discurso da vitória de Obama

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Afinal há pessoas descontentes com o "Magalhães"...



Senhor Primeiro Ministro:Venho protestar veementemente através de Vª Exª pelo nome dado ao computador que os vossos serviços resolveram distribuir aos meninos deste país (os que sobrarem do seu negócio com o Hugo Chavez na troca do petróleo, bem entendido). Eu, Pedro Carvalho de Magalhães, nunca mais poderei usar a minha assinatura sem ser indecentemente gozado pelos meus colegas de trabalho. Sempre assinei PC Magalhães e, desde que Vªs Exªs baptizaram o tal computador, tive que alterar todos os meus documentos.


Coisa tão simples como perguntar as horas e a resposta que recebo é:- Atão Magalhães... vai ao Google...



Se vou à máquina de preservativos, há sempre uma boca dum colega:- Para quê, Magalhães? Não te chega o anti-virus?



Se vou ao dentista, a recepção é sempre a mesma:- Então o senhor Magalhães vem limpar o teclado...



A minha mulher, Paula Carvalho Magalhães, também sofre pressões indescritíveis no emprego: Ontem uma colega veio da casa de banho com um tampão na mão e gritou:- Paula.... esqueceste-te da tua PEN!



Também o ginecologista não resistiu ao nome e, após a consulta,disse-lhe que tudo estava bem com as entradas USB!



Nem o meu filho, Pedro Carvalho Magalhães, escapa ao gozo que o nome veio provocar.A Rita, a mocinha com quem andava há mais de 6 meses, acabou tudo com este argumento:- Magalhães.... vou à Staples procurar outro que a tua pega é muito pequena!



Quando, devido a tudo isto, apanhei uma tremenda depressão que me impediu de trabalhar, fui ao psiquiatra. Ele olhou para o meu nome e disse:- Pois é, senhor PC Magalhães. Aconselho-o a passar pelo suporte técnico da Staples... podem ser problemas de memória RAM!



Neste momento a minha mulher quer desinstalar-se e procurar alguém que tenha um nome 'decente'.Senhor Primeiro Ministro... porque diabo não puseram Sócrates a esse maldito computador?


Queria que o senhor visse o que custa!Atenciosamente, assina Paula Carvalho M. (e não me perguntem o que é o M)


P.S: Mas nem tudo é mau, eu já ouvi dizer que é possível virmos a ter mais um feriado em homenagem ao "Magalhães"...

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

sábado, 25 de outubro de 2008

«God bless...»



Boa? Boa...

"La Résistance"

Mundialmente conhecida como "Lá Resistance" a Resistência Francesa é um hino a todos aqueles que lutaram e lutam contra o autoritarismo, a ditadura e o totalitarismo em nome da Liberdade! Que nunca caiam no esquecimento...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Mais uma boa sala de cinema que vai fechar!

Cinema Nimas, está situado na Avenida 5 de Outubro, nº. 42B, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima e segundo consta, vai fechar brevemente...
O cinema Quarteto está situado na Rua Flores de Lima, freguesia de Alvalade (Lisboa), tem quatro salas e como data de nascimento o ano de 1975. E já se encontra fechado...

Após o encerramento do cinema Quarteto, Pedro B. Freire admite associar o seu nome a um projecto que recupere o espírito original do espaço. “Se surgir alguém interessado, que se chegue à frente com a intenção de renovar o espaço, capaz de recuperar o espírito original do Quarteto, exibindo filmes de cinematografias alternativas, diferentes das dominantes no mercado mais comercial, serei capaz de associar o meu nome a esse projecto. Mas tem de ser alguém com muita vontade de trabalhar”, disse. Fonte D.N
"A partir da década de 80 do Século transacto começou a assistir-se, em Portugal, ao fenómeno da massificação dos complexos multiplex, estruturas organizacionais que se caracterizam por ter um número considerável de salas de cinema. Eis a origem da tragédia: paulatinamente, foram desaparecendo salas que marcaram uma época e, pior ainda, o próprio ritual da ida ao cinema foi alterado.
Vieram as pipocas, os refrigerantes e afins, naquilo que mais não é do que uma importação de um hábito norte-americano perfeitamente dispensável.
Vimos o santuário que é a sala de cinema invadida por sons perturbantes, que desconcentram e que não ajudam a ver o filme. Transformámos algo que era puro num objecto não identificado, a meio caminho entre a nossa sala de estar e um bar.
Quem vai ao Cinema, o verdadeiro cinéfilo diria eu, vai porque é impelido pela escuridão da sala. Procura abrigo nos mundos que desfilam na tela branca, animando, entristecendo, fazendo rir, pensar… não vai com o intuito de comer ou beber.
Ser apaixonado pelo Cinema, pelos filmes, equivale a transformar a própria ida em algo quase sagrado. E, por isso mesmo, não deixará de se considerar um insulto ver alguém a comer ou beber durante a projecção de um filme.
E, como se isto não bastasse, os multiplex trouxeram um efeito ainda mais nefasto: progressivamente, apenas fomos sendo brindados com o cinema comercial norte-americano.
O cinema independente, o cinema europeu, o cinema de autor, esses gritos de liberdade contra o jugo de Hollywood viram-se relegados para algumas salas que vão resistindo estoicamente, contra tudo e todos, procurando satisfazer uma imensa minoria silenciosa.
E, assim, cumpre lançar o repto: já que os multiplex conquistaram o seu lugar (em definitivo?), porque não afectarem uma sala ao cinema não hollywoodiano e, se possível, fazerem reposições? Ainda mais um repto: porque não abolir os aditivos alimentares que tanto perturbam o espectador digno desse nome?
Provavelmente, talvez fossem recuperados os 700.000 espectadores que as salas de Cinema perderam. Em vez de criticar consecutivamente os downloads ilegais, talvez seja chegada, também, a hora de pensar para onde quer ir a indústria cinematográfica. Será que deseja apenas gerar a constante desmotivação e alheamento do espectador, fruto da exibição consecutiva de blockbusters que, por via de regra, mais não são do que mais do mesmo, ou, em alternativa, não terão, também, um papel a desempenhar na elevação do nível das fitas que projectam? Basta pensar que, recentemente, filmes como Lost in Translation conheceram um sucesso que, à partida, não seria expectável…
Dito de outro modo, caberá perguntar se um modelo de exibição em que o lucro justifica tudo, também justificará a perda consecutiva de espectadores que, num futuro próximo, poderá vir a redundar na eliminação da sua fonte de receitas: o público."
Da autoria de Hugo Alves, retirado do http://blogblogblogcinema.blogspot.com/

Sem título...

"Todo aquele que faz humor, pretende ocupar o vazio, a angústia da morte!"Black & White Dreams - Eleven - Autor(a) Jor Manuri

Como compreender o Capitalismo em 5 a 6 segundos...


sexta-feira, 10 de outubro de 2008