Cheira-me que mais uma vez nos encontramos atolados no pântano e que o Primeiro-ministro quer saltar, antes que engula um pirolito...quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Estamos Fod...
Cheira-me que mais uma vez nos encontramos atolados no pântano e que o Primeiro-ministro quer saltar, antes que engula um pirolito...quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Os do Mário Crespo são buéda Grandes...
Durante uma conversa num restaurante lisboeta, segundo Mário Crespo, o primeiro-ministro José Sócrates disse a um "executivo de televisão" que o jornalista da SIC era "'um problema' que teria de ter 'solução'". O episódio foi relatado pelo próprio jornalista num artigo de opinião que deveria ter sido ontem publicado no "Jornal de Notícias" ("JN"), mas que foi recusado pelo director do diário, José Leite Pereira.
Em reacção, o jornalista da SIC informou imediatamente Leite Pereira de que ia cessar a colaboração semanal que tinha com o jornal. O artigo acabou por ser publicado no site do Instituto Sá Carneiro, um centro de reflexão ligado ao PSD.
De acordo com as informações recolhidas pelo i, na origem da polémica esteve um encontro de circunstância: o director de programas da SIC, Nuno Santos, almoçava com uma apresentadora do canal, Bárbara Guimarães, no mesmo restaurante onde José Sócrates, Pedro Silva Pereira e Jorge Lacão almoçavam, tendo o primeiro-ministro decidido levantar-se para cumprimentar a colaboradora da estação de Carnaxide e mulher do antigo ministro socialista, Manuel Maria Carrilho.
A conversa centrou-se então na SIC e, especificamente, no jornalista Mário Crespo.
Nuno Santos e Bárbara Guimarães não estiveram disponíveis para confirmar estas informações, mas uma fonte contactada pelo i garante que o director de programas foi de facto confrontado com as críticas de Sócrates e que, apesar do incómodo, decidiu não argumentar por entender que aquele não era o local adequado para a conversa em questão.
No artigo de opinião, Mário Crespo critica aliás a conduta deste "executivo de televisão" que nunca identifica: "Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre", escreveu.
O gabinete do primeiro-ministro não comentou a informação.
Já o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, reagiu dizendo que o "governo não se ocupa de casos fabricados com base em calhandrices".
A falta de fundamentação das acusações de Mário Crespo foi a razão que levou o "JN" a não publicar o artigo.
As informações do jornalista "necessitavam de confirmação" e do "exercício do direito ao contraditório", justificou o diário, em comunicado. A direcção de informação da SIC emitiu uma nota a "repudiar as considerações sobre a idoneidade dos seus profissionais" e rejeita "todas as formas de pressão, venham de onde vierem".
Durante os dois anos e meio de colaboração com o "JN", Mário Crespo escreveu vários artigos críticos do governo. Em Dezembro, o jornalista falou do "país do palhaço inimputável": "[...] Não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político."
O clima de crispação era evidente em Janeiro de 2009 quando o jornalista entrevistou na SIC o ministro da Presidência, a propósito do caso Freeport: no final do programa, Crespo despede-se com: "Foi um prazer tê-lo aqui." Silva Pereira responde :"Foi uma obrigação."
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Afinal o Holocausto sempre existiu...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Se és uma nulidade e condecorado queres ser, vem com o Santana aprender...
O Presidente da Republica Aníbal Cavaco Silva (esse grande democrata) vai condecorar Pedro Santana Lopes, que é o único governante que exerceu o cargo de Primeiro-Ministro e que ainda não foi agraciado. Realmente por aquilo que fez deve receber a dita condecoração. À malta para progredir na carreira é exigido a excelência, no caso de se ter sido Primeiro-Ministro, basta do mínimo ser uma nulidade. Penso que existe coerência de raciocínio e é uma forma de moralizar os funcionários públicos. O Jorge Palma é que tem razão quando canta "Ai Portugal, Portugal. O que é que estás à espera..."
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Tenho é que ir viver para Paços de Ferreira...
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Kruger Parque, pode ser que seja este ano. Era brutalissímo...

Situado a meio caminho do trajecto entre Maputo e a velha cidade mineira da província de Mpumalanga - Pilgrim's Rest -, o Kruger Park é uma das mais antigas reservas naturais do mundo e uma das mais importantes de África. Uma viagem ao encontro dos «Big Five» - leão, leopardo, búfalo, elefante e rinoceronte -, no Kruger Park
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Forte abraço camarada...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Grande som...
Ofereceram-me este CD no natal, mas infelizmente só hoje tive a oportunidade de o ouvir. E é muito bom. Parece que estamos num Irish pub em Dublin a beber guinness e a cantar a uma só voz. Se tiverem oportunidade oiçam e deliciem-se. Entretanto venha mais uma guinness que eu estou cá com uma secura...segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Grande filme, mas só em dvd...
Gaby tem 14 anos e odeia a escola, ele sabe que uma vez ali, Guille e a sua pandilha vão dedicar-se a fazer-lhe a vida negra, humilhação em frente aos colegas, troça e até mesmo espancamentos.
O resto da turma nada faz devido ao medo.Nem a sua família nem os professores estão conscientes daquilo que se passa, Gaby encontra apoio em Carla, uma amiga da escola pela qual está apaixonado, e em Silvério, um velho pizzeiro.
Em paralelo com a escola e a sua vida de adolescente, também a vida dos adultos à sua volta é manchada pelo medo. O Pai de Gaby vive aterrorizado sobe a constante ameaça de ser despedido pelo seu chefe; a sua Mãe tem medo que a sua família se desmorone e observa passivamente o que acontece ao seu marido e filho, entre outros que escondem o medo que os domina.Gaby não pode mais e decide agir.
Não lhe ocorre outra saída e decide dar ouvidos ao conselho do velho pizzeiro: "olho por olho,..."Viver como um cobarde é a solução mais fácil num mundo dominado pelo medo".
És Grande...
sábado, 2 de janeiro de 2010
sábado, 19 de dezembro de 2009
Quando deve falar, não fala. Quando deve estar calado, sai mosca...

"Um País sem crianças é um País sem futuro". Foi desta forma que o Presidente da República demonstrou este sábado a sua preocupação em relação à quebra da natalidade em Portugal. Numa visita ao Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, Cavaco Silva defendeu a importância da família tradicional, um dia depois de se ter recusado a comentar a aprovação do casamento homossexual.Eu acho que houve aqui um equívoco. Pois com uns governantes como temos tido, com uma justiça que é o que é, e com as desigualdades a aumentarem de dia para dia. Eu não sei como é que ainda vão nascendo crianças. Pois o futuro para elas não se apresenta muito promissor.A frase devia ser "Um País com estes governantes é um País sem futuro". Eu tenho a plena convicção, que houve crianças que nunca deviam ter nascido a bem da nação. Eu sei quem são, mas não digo nomes...
Deputado do PSD diz que união "gay" abre porta a incesto...
Carlos Peixoto, deputado do PSD e que pertencente às Comissões Parlamentares de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. E Comissão de Obras Públicas, Transportes e Comunicações.Disse à Rádio Altitude "também se pode admitir casamentos entre pais e filhos, primos direitos e irmãos"
Epá e eu que pensava que para ser deputado (nome chamado aos representantes do povo) era preciso ter um mínimo de Q.I. Pelos vistos não. É sempre bom saber que existe este deputado para nos representar...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Abençoados "loucos"...
Berlusconi foi ontem agredido. Segundo boletim médico, Berlusconi teve fratura no nariz, levou 20 pontos no lábio inferior e quebrou dois dentes. A sua recuperação está estimada em 20 dias. Massimo Tartaglia o "louco" como se diz nos media, fez aquilo que muitos sãos desejavam fazer. Eu acho que o "louco" devia ser contratado para vir a Portugal mostrar o seu poderoso gancho direito a alguns governantes, que bem precisavam de um extreme makeover.
Erasmo no seu famoso livro Elogio da Loucura é que tinha razão quando escreveu "É a estultícia que maravilhosamente afasta os obstáculos. Poucos mortais compreendem quantas vantagens resultam deste preceito: nunca ter pudor, não deixar de ousar".
Obrigado Massimo Tartaglia por teres ousado...
domingo, 13 de dezembro de 2009
Parabéns, tu és GRANDE...
Ontem no Diário de Notícias"Os ricos vivem mais dez anos do que os pobres"
por ANA BELA FERREIRÃO
A maior diferença na longevidade é determinada pela classe social. Estudo único em Portugal analisou os registos de duas mil pessoas que morreram em dois hospitais.
Os portugueses mais ricos e com mais escolaridade vivem em média mais dez anos que os mais pobres. Esta é uma das conclusões da tese de doutoramento do enfermeiro e sociólogo Ricardo Antunes, que estudou dois mil óbitos ocorridos num hospital de Lisboa e noutro do Alentejo. Os números, apesar de inéditos em Portugal, acabam por quantificar a percepção que os médicos têm pelo contacto com populações mais pobres e mais ricas.
Ricardo Antunes passou um ano a analisar o historial clínico das pessoas que morreram nos dois hospitais. Focando a sua pesquisa nos idosos, que representam a grande maioria dos óbitos, o enfermeiro procurou informações que o ajudassem a perceber como as pessoas chegaram ao hospital e o que lhe provocou a morte. "Vi se vivam em lares ou sozinhos, que profissão tinham, se eram fumadores", explica o investigador.
As diferenças entre classes sociais foram as mais significativas que encontrou. "As classes são o que traduzem a vida das pessoas", refere. E aí Ricardo Antunes concluiu que "as pessoas com mais recursos económicos e educacionais vivem mais tempo". E garante: "essa é uma diferença maior do que a diferenças entre homens e mulheres e entre regiões do País".
No estudo, o profissional concluiu, por isso, que "em média, as pessoas com mais recursos vivem mais dez anos".
Para justificar essa diferença na longevidade, os médicos encontram várias explicações. Que não têm só a ver com o poder económico. "É uma questão de literacia, de assumir a responsabilidade que cada um tem na construção da sua própria saúde", defende Helena Cargaleiro, directora do centro de saúde da Venda Nova, na Amadora.
A especialista alerta ainda para os muitos efeitos negativos da falta de literacia na saúde, que se reflectem até "na própria percepção da saúde". "Muitas das pessoas que usam os nossos serviços aparecem só por causa de um espirro e não aparecem quando os sinais de alarme são graves", concretiza. A médica acrescenta ainda que algumas pessoas não seguem os tratamentos, porque depois de irem ao médico sentem que a responsabilidade já não é deles.
Já a população com mais escolaridade tem uma melhor percepção do seu estado de saúde. "A educação ajuda a perceber o que se passa", reconhece João Sequeira Carlos, médico no Hospital da Luz, em Lisboa. Além disso, as pessoas com mais recursos também adoptam estilos de vida saudáveis mais cedo, porque percebem os efeitos que isso terá, adianta Ricardo Antunes.
"As pessoas com mais rendimentos deixam de fumar mais cedo, mudam os hábitos alimentares e começam a fazer exercício físico", explica o investigador do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa.
A população mais rica começa também a praticar exercício físico, mais cedo, uma aposta que a s pessoas com menos escolaridade não faz. A acrescentar a estes comportamentos, as pessoas com menos poder económico fumam mais e durante mais anos, diz Ricardo Antunes.
O acesso a um seguro de saúde também tem vantagens. A ida a um hospital privado depende muitas vezes desse seguro e aí os tempos de espera são mais reduzidos e a lista para cirurgias também. Por outro lado, as pessoas com mais nível educacional fazem mais rastreios e estão mais sensibilizadas para a importância dos diagnósticos precoces, que "salvam muitas vidas e aumentam a longevidade", avisa Ricardo Antunes.
O que não tem influência nesta diferença de uma década de vida são as doenças que afectam as duas classes. Tanto os mais ricos como os mais pobres têm os mesmos problemas, à excepção da tuberculose (ver caixa ao lado), que continua a ser associada às piores condições de vida.
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