sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Vais deixar saudades João Manuel Serra ou simplesmente O Senhor do Olá...
Lágrimas a estragar-lhe a pintura dos olhos, Mafalda Pinto aproxima-se da esquina do Saldanha com a Fontes Pereira de Melo. Baixa-se e deposita o discreto ramo de flores lilás junto ao semáforo. É o primeiro, ainda ali não há mais flores nenhumas. "Via-o aqui quase todas as noites, quando ficava a trabalhar até tarde. O pior é que nunca falei de nada importante com ele."
Nem Mafalda, nem a maioria dos automobilistas que, ao longo dos últimos dez anos, respondiam com uma apitadela aos acenos e ao sorriso de João Manuel Serra, o homem que matava a solidão da noite - "uma malvada", que o "perseguia por entre as paredes vazias da casa" - a saudar quem passava. Mas quando morreu, com 80 anos, o "Senhor do Adeus", como ficou conhecido, tinha-se tornado um ícone da capital, com os seus óculos de massa escura, cabelos brancos e porte aristocrático.
A real dimensão da sua popularidade só ficou conhecida ontem, quando uma página criada em sua memória no Facebook juntou, em poucas horas, mais de 5000 pessoas a lamentarem o seu desaparecimento - eram 7757 à hora do fecho desta edição. Foi na Internet que surgiu a ideia de fazer, ontem à noite, uma cerimónia naquela esquina do Saldanha e também se reivindicou que seja erguida uma estátua ao excêntrico senhor nascido em berço de ouro ali mesmo ao lado, numa casa apalaçada das Picoas.
Filho de diplomata, gabava-se de nunca ter trabalhado na vida. Não precisava, vivia dos rendimentos. Viajou mundo fora com aquela a que chamava a paixão da sua vida: a mãe. Moravam juntos num prédio antigo nas Laranjeiras e, quando ela morreu, tinha ele 65 anos, ficou "desasado". Até que percebeu que havia quem lhe buzinasse e acenasse durante os seus passeios solitários pela cidade durante a noite. Decidiu pensar que eram novos amigos. "Comecei a acenar às pessoas em vários pontos da cidade. Depois decidi que era nas Picoas que me sentia melhor. Passei a minha infância aqui", contou ao PÚBLICO, em 2001.
Fez mesmo amigos de verdade. Ana Griffo Coimbra, uma gestora de 59 anos, foi uma delas. Costumava ir jantar às terças-feiras para aqueles lados com a família e as conversas prolongadas com o "Nini", como carinhosamente o tratavam, tornaram-se um hábito. Com algumas obras publicadas, a mãe dela fez-lhe um poema. E à terça-feira lá estava ele, rosa na mão para entregar à poetisa, e um "ovo Kinder Surpresa" na outra, para o neto. "Eu preciso disto, é o meu remédio, mas as pessoas que me cumprimentam também precisam de mim", costumava ele dizer", recorda Ana Coimbra. "Era uma pessoa muito terna e bem-educada."
Nem a chuva o afastava desta missão, que, nos últimos tempos, se alargou ao Restelo, onde passou a ir almoçar a casa de um irmão. "Havia quem o chamasse maluco, mas ele dizia que não se importava", conta Ana Coimbra. Do que não gostava muito era que o chamassem "Senhor do Adeus": preferia ser conhecido como "Senhor do Olá".
O realizador Filipe Melo convidou-o para entrar na sua primeira curta-metragem. Há vários anos que tinham, juntamente com outro amigo, um ritual semanal: ir ao cinema ao domingo e jantar a seguir no Galeto. "Era genuinamente boa pessoa", diz o cineasta. Assim sucedeu no último domingo: foram ver o filme sobre o fundador do Facebook e, como era hábito, Filipe Melo transcreveu as impressões do amigo no blogue que criara para ele (http://senhordoadeus.blogs.sapo.pt/). Apesar de a época festiva ainda vir longe, no final da crítica o "Senhor do Adeus" desejava bom Natal aos leitores. "E estejam todos muito felizes", acrescentou."Penso que morreu nessa noite, de ataque cardíaco, depois de eu o pôr em casa", explica Filipe Melo, que conheceu o "Senhor do Adeus" na rua. Antes de partir, João Manuel Serra ainda teve tempo de participar noutros projectos de Filipe Melo e de servir de inspiração a um fado cantado por Carlos do Carmo. Ainda assinava uma rubrica de cinema no canal Q.
Pedro Santana Lopes também o conhecia da Figueira, local onde o "Senhor do Adeus" passava férias. Viu-o no sábado pela última vez, ia a passar no Rato. "Vieram-me as lágrimas aos olhos quando soube da notícia. Lisboa fica mais triste, porque ele era uma fonte de alegria. Apetece fazer-lhe uma estátua, ou talvez outra coisa qualquer menos estática... Devia ser um símbolo eterno na cidade."
Porquê tanta admiração por este homem que se limitava a dizer adeus e a sorrir a quem passava? "Era o símbolo de uma cidade mais humana, menos impessoal", responde Filipe Melo. Depois de depositar as flores lilás no semáforo, Mafalda Pinto diz algo semelhante: "Era um caso exemplar da vida urbana: uma pessoa muito só e ao mesmo tempo acompanhada por uma multidão."
Ps: uma vez no El Corte Inglês em conversa, contou que tinha recebido uma proposta para o fotografarem e colocarem as suas imagens no museu da cidade de Lisboa...
terça-feira, 9 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Coca-Cola, Fanta e Nazismo. Descobra o que os une...
Fanta é uma marca de refrigerantes, que detém uma linha variada de produtos e que pertence à The Coca-Cola Company. Criada e lançada na Alemanha Nazi, durante a Segunda Guerra Mundial, actualmente é comercializada em 187 países.
A marca de refrigerantes Fanta tem sua origem na Alemanha Nazi no ano de 1941. Naquela época, devido às sanções que impediam a entrada de produtos naquele país, impossibilitaram que a fábrica da Coca-Cola continuasse a operar devido a falta dos concentrados base para a fabricação de refrigerantes. Nessa ocasião, Max Keith, chefe de operações da Coca-Cola alemã, permitiu a criação de um novo produto, na tentativa de evitar a suspensão das actividades da fábrica, nascendo assim, uma bebida que foi comercializada exclusivamente no mercado alemão durante a Segunda Guerra Mundial. O produto, por sua vez mudava de acordo com a natureza dos ingredientes que estavam disponíveis no país sancionado, como as sobras da fabricação de sidra (fibra de maçã) ou, até mesmo o subproduto da confecção de queijo (soro de leite). O primeiro sabor com a marca Fanta foi o de malte, já o sabor laranja, que é o mais conhecido e distribuído mundialmente, foi lançado somente em 1955 pela Coca-Cola italiana e, no princípio, as versões do refrigerante vinham adoçados com sacarina, passando posteriormente para o açúcar de beterraba.[2]
Foi a partir de um concurso que surgiu o nome Fanta, que foi realizado entre os funcionários da fábrica alemã coordenada por Max Keith, que solicitou aos mesmos para usarem a “imaginação" (Phantasie em alemão). Ao ouvir isso, o vendedor veterano Joe Knipp imediatamente deixou escapar “Fanta” que passou a ser adoptado como marca.
Eu confio na capacidade de reflexão, na indignação e na rebelião das pessoas...
Simplesmente avassalador! Vão a internet, pesquisem e vejam este documentário extraordinário e compreenderão melhor o mundo que nos rodeia e terão as respostas a muitas das vossas perguntas...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O que lhes podemos chamar...?
Ulrike Meinhof “If one sets a car on fire, that is a criminal offence. If one sets hundreds of cars on fire, that is political action”.
A noite é acordada por pedras a bater nos carros arder. Um grito surdo ecoou-a… quem foi? Porquê? Foram uns vândalos dizem uns, selvagens dizem outros, há ainda quem diga que foram uns bárbaros.
E a Vara de Alguns que levaram ao culminar desta situação, como os devemos chamar? Senhores talvez… ou ainda Pessoas Verticais… ou quiçá Pessoas de Carácter Imaculado e Moralmente Irrepreensíveis?
E quando a Vara de Alguns aldraba, engana, embusta, fabula, falseia, finge, ilude, intruje, lorota, simula, mesmo sabendo que ao faze-lo prejudica as actuais gerações, bem como as gerações vindouras, o que lhes podemos chamar? Companheiros, Compinchas, Parceiros?
E se uma Vara de Outros Alguns sabe que a Vara de Alguns mente, mas reúne-se com eles, não para ajudar as actuais gerações, nem mesmo as gerações vindouras, mas para poderem ficar com o lugar da Vara de Alguns. O que lhes podemos chamar? Honestos, Íntegros, Nobres?
E quando sabemos que a atitude dessas Varas de Alguns faz perder empregos, suga a esperança de uma vida melhor e corrói o Estado Social. O que lhes podemos chamar? Patriotas, Amigos, Fraternais?
E quando devido a essa Vara de Alguns se olha para o lado e vemos cada vez mais a fome e a miséria de mãos dadas e com a cara cada vez menos escondida, a remexerem e a comerem dos lixos que essa Vara de Alguns considera sobras. O que lhes podemos chamar? Bondosos, Benévolos, Benfeitores?
E quando essa Vara de Alguns, nos leva a olhar para os mais antigos que trabalharam honradamente durante décadas, muitos deles começando a labutar mesmo antes de saber ler e escrever, e que são agora chamados de velhos, de fardos, de gastos e de despesa. O que lhes podemos chamar? Solidários, Visionários, Humanistas?
E quando essa Vara de Alguns, faz com que as pessoas trabalhem cada vez mais para receberem cada vez menos, para que essa Vara de Alguns possas refastelar-se de luxo, ostentação e fausto. O que lhes podemos chamar? Samaritanos, Franciscanos, Espartanos?
E quando essa Vara de Alguns, é levada perante a justiça, que embora cega e que por isso não vê o que lhe é colocada nos seus pratos da balança, leva a que essa Vara de Alguns seja isentada e ilibada. O que lhes podemos chamar? Honestos, Leais, Virtuosos?
E quando essa Vara de Alguns vê e ouve as pessoas a manifestarem-se na rua, pedindo que as injustiças terminem, e que durante a negociação acenam com a cabeça, mas realmente estão a fazer ouvidos moucos. O que lhes podemos chamar. Mediadores, Negociadores, Interessados?
E quando as coisas pioram de dia para dia e essa Vara de Alguns decide tirar a resolução do problema dos bolsos dos mesmos. Daqueles que menos têm, menos podem. O que lhes podemos chamar? Justos, Imparciais, Equitativos.
E quando essa Vara de Alguns desonra aquilo que prometera perante todos, que é defender os interesses do país e de todos os cidadãos, mas realmente só defendem os seus próprios interesses. O que lhes podemos chamar? Impolutos, Irrepreensíveis, Incensuráveis?
Se depois de tudo aquilo que essa Vara de Alguns fez, faz e fará, continuarem a ser chamados de Inocentes, Imaculados e Puros. Então eu quero ser chamado de vândalo, selvagem ou bárbaro. Pois o acto de arremessar pedras e de atear o fogo é um grito de protesto, é um berro que quer dizer basta desta Vara de Alguns de muitos rostos, de muitas vozes, de muitos interesses, mas de nenhuma moral, ética, honra, honestidade e justiça para com um país e os seus respectivos cidadãos. Mais vale ser chamado de selvagem e lutar pelo interesse nacional, do que ser um Senhor Límpido da Vara de Alguns que não passam de um vómito nojento e asqueroso, cuspido pela boca pútrida de uma qualquer cavalgadura corrompida…
sábado, 30 de outubro de 2010
Muito bom...
Jorge Mário da Silva… para muitos este nome dirá pouco, mas se lhe chamarmos por Seu Jorge, talvez alguns o consigam reconhecer. Se eu disser que fez de Mané Galinha no filme Cidade de Deus, talvez agora muitas mais pessoas saibam de quem é que eu estou a falar. Seu Jorge é actor, músico e compositor brasileiro.
Seu Jorge é o filho mais velho de 4 irmãos. Este artista teve uma infância difícil. Começou a trabalhar com dez anos de idade numa borracharia, foi também contínuo, marceneiro e office-boy. Serviu no exército brasileiro entre 1989-1990, no Rio de Janeiro, no Depósito Central de Armamento. Tirou o curso de corneteiro militar no 2º Batalhão de Infantaria Motorizado Escola, mas não se adaptou à vida militar. Das várias profissões que teve, estas nunca ofuscaram o seu verdadeiro desejo de se tornar músico.
Desde adolescente, frequentava as rodas de samba cariocas acompanhando o pai e os irmãos em bailes funks e bailes charmes da periferia, e cedo se começou a profissionalizar cantando na noite.
Foi com a morte de seu irmão Vitório, numa chacina que levou a família a desestruturar-se, que Seu Jorge acabou por se tornar num sem-tecto durante três anos. A reviravolta dá-se quando o clarinetista Paulo Moura o convidou para fazer um teste para um musical de teatro. Foi aprovado e acabou por participar em mais de 20 espectáculos com o Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, como cantor e actor.
A partir daí, Seu Jorge começou uma carreira que o levaria a participar em filmes nacionais como Cidade de Deus, Moro no Brasil, Tropa de Elite 2 e outros, mas também em filmes internacionais o mais famoso foi The Life Aquatic with Steve Zissou, fazendo de Pelé dos Santos. Ele não se limitou a representar. Foi-lhe proposto fazer uma a banda sonora do filme, com uma versão acústica e em português de músicas do Grande David Bowie. No cd da banda sonora deste filme pode ler-se as seguintes palavras do Grande David Bowie “had Seu Jorge not recorded my songs acoustically in Portuguese I would never have heard this new level of beauty which he has imbued them with”
É com muita pena que infelizmente não o vou poder ir ver novamente, mas garantidamente que vai ser um concerto único, formidável e inesquecível …
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Erro de casting...
Não tenho nada contra, nem a favor em relação ao Sr. Carlos Moedas. Nem está em causa o seu curriculum académico e profissional. Mas não é de todo um comunicador. A entrevista que deu hoje no jornal da noite na RPT-1, moderada pelo jornalista José Rodrigues dos Santos (eu quase que juro que o José esboçou um sorriso do género, mas de onde é que este saiu), foi digna de aparecer nos "tesourinhos deprimentes" dos Gato Fedorento...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Giros e Talentosos...
No outro dia tinha ido almoçar com uns amigos, quando já no final reparámos que no mesmo restaurante almoçavam Marta Hugon, Filipe Melo, Bernardo Moreira e André Sousa Machado.
Uma amiga nossa que a conhecia tratou de "proceder ao procedimento". Ficámos a saber que estavam num estúdio perto dali a gravar o último cd deles. Espero que a recuperação do mítico Hot Club não demore muito, para os podermos ver actual nessa pequena e intimista sala mágica, uma vez mais...
http://www.myspace.com/martahugonjazz
Uma amiga nossa que a conhecia tratou de "proceder ao procedimento". Ficámos a saber que estavam num estúdio perto dali a gravar o último cd deles. Espero que a recuperação do mítico Hot Club não demore muito, para os podermos ver actual nessa pequena e intimista sala mágica, uma vez mais...
http://www.myspace.com/martahugonjazz
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Para além de ficar mais caro, querem-nos tirar o médico e o enfermeiro das ruas...?
Reportagem de Marta Reis, fotografia Eduardo Martins
Notícia do jornal I
Emergência pré-hospitalar.
Novos técnicos custam o triplo dos enfermeiros
A formação dos novos técnicos de emergência pré-hospitalar vai custar pelo menos o triplo (cerca de 2 milhões de euros) quando comparada com formações do INEM para enfermeiros e médicos que queiram trabalhar em emergência médica. Só uniformizar a formação dos actuais operacionais dos centros de emergência e do suporte básico de vida, cerca de 843 técnicos, vai custar 1 389 840 euros, segundo a estimativa avançada ao i por um grupo de profissionais ligados ao pré-hospitalar e às formações do INEM, tendo em conta o custo por hora de formações internas e externas.
A uniformização começou este ano, com formadores internos, e soma um total de 472 horas, a que acrescem mais 1000 horas de formação de nível cinco, superior, com um custo estimado de 716 mil euros. Já os moldes da formação adicional que inaugura a carreira de Técnico de Emergência Pré-Hospitalar (TEPH) - que segundo o plano elaborado pela anterior direcção do INEM e aprovado pelo secretário de Estado Adjunto da Saúde Manuel Pizarro será assegurada por entidades do ensino superior e acreditadas pelo INEM - estão ainda a ser ultimados, mas o currículo apresentado pela anterior direcção teve o parecer desfavorável da Ordem dos Enfermeiros.
Jacinto Oliveira, da direcção da Ordem dos Enfermeiros, adiantou ao i que esta sexta-feira vão reunir-se com o novo conselho directivo do INEM, que iniciou funções a 7 de Outubro. No entender da Ordem, este processo começou pelo fim, por só avaliar a dimensão dos recursos humanos da emergência médica e não que tipo de resposta se quer dar em toda rede, e deveria haver um recuo no plano. O responsável defende que as competências dos diferentes profissionais envolvidos na emergência médica não devem entrar em conflito, conforme acontece na estratégia aprovada. "Havendo já enfermeiros e médicos formados, com este plano está-se a diminuir a qualidade e a incorporar uma despesa dispensável."
Para os enfermeiros do pré-hospitalar ouvidos pelo i, além de ser mais cara, a formação prevista para os TEPH não trará qualificações para os actos que lhes são atribuídos no novo plano, como proceder à observação clínica das vítimas, isolar vias áreas, identificar ruídos respiratórios de risco - sobretudo pela falta de experiência em meio hospitalar, onde os enfermeiros têm de estar dois anos antes de fazer emergência pré-hospitalar. "Estamos a falar de pessoas que têm o 9.o ano ou as Novas Oportunidades, fazem 1500 horas de formação e acredita-se que estarão habilitadas a realizar actos complexos e de grande diferenciação como por exemplo espetar uma agulha num pulmão ou fazer uma desobstrução de via área." Há também uma indefinição daquele que será o lugar destes novos técnicos, que passam a apresentar "competências semelhantes às de um médico, de um enfermeiro e de um técnico de cardiopneumologia."
Avançar este ano com a uniformização de formações, no fundo habilitar os técnicos de ambulância de emergência (TAE) e também os técnicos operadores de telecomunicações de emergência (TOTE), coincidiu com a descontinuação da formação interna dos enfermeiros para actuarem nas ambulâncias SIV, apontam ainda. Neste momento só estão a funcionar 28 das 40 previstas. "Se falta entrarem em funcionamento 14 ambulâncias SIV em todo o país, o que é que significa suspender a formação?", questionam.
Contactado pelo i, o INEM diz que as questões vão ser alvo de uma análise cuidada "tendo em conta os compromissos anteriormente assumidos e também a realidade do momento actual do país". Estão agendadas reuniões com entidades representativas dos vários grupos, respondeu ao i o gabinete de comunicação. Hoje o Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência reúne-se com o secretário de Estado Manuel Pizarro. Em cima da mesa estão os diplomas legais da futura carreira.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Amália já passaram 11 anos...
Tenho tanta pena de nunca te ter visto e ouvido ao vivo. A imagem é da M. à qual eu agradeço, pois é simplesmente inspiradora. Amália és Grande...
100 anos de República...
É justo que apareça uma Mulher como simbolo da República. Elas são francamente melhores que os Homens. Viva a República, Viva Portugal e venham mais 100...
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
A GRANDE caça à carteira vai começar, mas não para todos...

MEDIDAS DE AUSTERIDADE
Sinónimos de AUSTERIDADE: abstinência, aperto, aspereza, dureza, estoicidade, estoicismo, inflexibilidade, integridade, inteireza, mortificação, parcimónia, pulso, rigidez, rigor, rispidez, severidade, têmpera, tesura.
Resumindo vão-nos F**** mais uma vez, mas com mais intensidade e ainda com menos vergonha...
terça-feira, 28 de setembro de 2010
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