"Afastar muitos para longe do rebanho, foi para isso que eu vim!" Nietzsche

domingo, 5 de dezembro de 2010

Can You Feel It...

Can You Feel It...



É verdade, são Portugueses...

Can You Feel It...



O som da guitarra portuguesa é brutalíssimo...

Can You Feel It...



A música mais sexy de sempre. O Dançarino louro vestido de branco a dancar é muito engraçççado...

Can You Feel It...



Cada vez que vejo o anúncio da Pópota com esta música adulterada até fico com amargos de boca...

sábado, 4 de dezembro de 2010

Blues Brothers Rules...

Can You Feel It...



Filme de 1980 intitulado "The Blues Brothers". Nesta cena eles vão actuar num bar em que só se ouve música country. Eles tentam tocar as suas músicas, mas rapidamente percebem que têm que tocar algo diferente e resolvem brindá-los com "RAWHIDE"...

Can You Feel It...

Isto é um GRAAANDE FILME e um GRAAANDE SOM 3/3...



Filme de 1966 "The God, The Bad and the Ugly", "l Buono, Il Brutto, Il Cattivo" ou "O Bom, O Mau e O Vilão".

O filme é brutal e a banda sonora é excelente...

Isto é um GRANDE FILME e um GRANDE SOM 2/3...



Filme de 1965 "For a Few Dollars More", "Per Qualche Dollaro in Più" ou "Por Mais Alguns Dólares...

Isto é um GRANDE FILME e um GRANDE SOM 1/3...



Filme de 1964  " A Fistful Of Dollars", "Per Un Pugno Di Dollari" ou "Por Um Punhado De Dólares"...

O filme iniciou a popularidade dos género spaghetti western e faz parte da trilogia dos dólares (como é comumente conhecida). Os filmes seguintes foram "Por Mais Alguns Dólares" e "O Bom o Mau e o Vilão", também com a actuação do Lendário Clint Eastwood.
Em ambos os filmes, a personagem de Clint Eastwood não diz o seu nome, recebendo então apelidos de outras personagens, como Joe, Monco ou Blondie.

Os filmes foram realizados pelo inigualável Sergio Leone. Este foi um dos mais brilhantes cineastas da sua geração e inventor de um estilo em que não faltam cenas de pura genialidade. Ele é hoje fonte de inspiração para novos cineastas como Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. Existe até uma forma de fazer grandes planos chamado "plano à Sergio Leone".
Quentin Tarantino usa esse "plano" em alguns dos seus filmes.

Os 3 filmes têm a banda sonora composta de forma sublime pelo Grande Ennio Morricone...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Vais deixar saudades João Manuel Serra ou simplesmente O Senhor do Olá...



Lágrimas a estragar-lhe a pintura dos olhos, Mafalda Pinto aproxima-se da esquina do Saldanha com a Fontes Pereira de Melo. Baixa-se e deposita o discreto ramo de flores lilás junto ao semáforo. É o primeiro, ainda ali não há mais flores nenhumas. "Via-o aqui quase todas as noites, quando ficava a trabalhar até tarde. O pior é que nunca falei de nada importante com ele."

Nem Mafalda, nem a maioria dos automobilistas que, ao longo dos últimos dez anos, respondiam com uma apitadela aos acenos e ao sorriso de João Manuel Serra, o homem que matava a solidão da noite - "uma malvada", que o "perseguia por entre as paredes vazias da casa" - a saudar quem passava. Mas quando morreu, com 80 anos, o "Senhor do Adeus", como ficou conhecido, tinha-se tornado um ícone da capital, com os seus óculos de massa escura, cabelos brancos e porte aristocrático.

A real dimensão da sua popularidade só ficou conhecida ontem, quando uma página criada em sua memória no Facebook juntou, em poucas horas, mais de 5000 pessoas a lamentarem o seu desaparecimento - eram 7757 à hora do fecho desta edição. Foi na Internet que surgiu a ideia de fazer, ontem à noite, uma cerimónia naquela esquina do Saldanha e também se reivindicou que seja erguida uma estátua ao excêntrico senhor nascido em berço de ouro ali mesmo ao lado, numa casa apalaçada das Picoas.

Filho de diplomata, gabava-se de nunca ter trabalhado na vida. Não precisava, vivia dos rendimentos. Viajou mundo fora com aquela a que chamava a paixão da sua vida: a mãe. Moravam juntos num prédio antigo nas Laranjeiras e, quando ela morreu, tinha ele 65 anos, ficou "desasado". Até que percebeu que havia quem lhe buzinasse e acenasse durante os seus passeios solitários pela cidade durante a noite. Decidiu pensar que eram novos amigos. "Comecei a acenar às pessoas em vários pontos da cidade. Depois decidi que era nas Picoas que me sentia melhor. Passei a minha infância aqui", contou ao PÚBLICO, em 2001.

Fez mesmo amigos de verdade. Ana Griffo Coimbra, uma gestora de 59 anos, foi uma delas. Costumava ir jantar às terças-feiras para aqueles lados com a família e as conversas prolongadas com o "Nini", como carinhosamente o tratavam, tornaram-se um hábito. Com algumas obras publicadas, a mãe dela fez-lhe um poema. E à terça-feira lá estava ele, rosa na mão para entregar à poetisa, e um "ovo Kinder Surpresa" na outra, para o neto. "Eu preciso disto, é o meu remédio, mas as pessoas que me cumprimentam também precisam de mim", costumava ele dizer", recorda Ana Coimbra. "Era uma pessoa muito terna e bem-educada."

Nem a chuva o afastava desta missão, que, nos últimos tempos, se alargou ao Restelo, onde passou a ir almoçar a casa de um irmão. "Havia quem o chamasse maluco, mas ele dizia que não se importava", conta Ana Coimbra. Do que não gostava muito era que o chamassem "Senhor do Adeus": preferia ser conhecido como "Senhor do Olá".

O realizador Filipe Melo convidou-o para entrar na sua primeira curta-metragem. Há vários anos que tinham, juntamente com outro amigo, um ritual semanal: ir ao cinema ao domingo e jantar a seguir no Galeto. "Era genuinamente boa pessoa", diz o cineasta. Assim sucedeu no último domingo: foram ver o filme sobre o fundador do Facebook e, como era hábito, Filipe Melo transcreveu as impressões do amigo no blogue que criara para ele (http://senhordoadeus.blogs.sapo.pt/). Apesar de a época festiva ainda vir longe, no final da crítica o "Senhor do Adeus" desejava bom Natal aos leitores. "E estejam todos muito felizes", acrescentou."Penso que morreu nessa noite, de ataque cardíaco, depois de eu o pôr em casa", explica Filipe Melo, que conheceu o "Senhor do Adeus" na rua. Antes de partir, João Manuel Serra ainda teve tempo de participar noutros projectos de Filipe Melo e de servir de inspiração a um fado cantado por Carlos do Carmo. Ainda assinava uma rubrica de cinema no canal Q.

Pedro Santana Lopes também o conhecia da Figueira, local onde o "Senhor do Adeus" passava férias. Viu-o no sábado pela última vez, ia a passar no Rato. "Vieram-me as lágrimas aos olhos quando soube da notícia. Lisboa fica mais triste, porque ele era uma fonte de alegria. Apetece fazer-lhe uma estátua, ou talvez outra coisa qualquer menos estática... Devia ser um símbolo eterno na cidade."

Porquê tanta admiração por este homem que se limitava a dizer adeus e a sorrir a quem passava? "Era o símbolo de uma cidade mais humana, menos impessoal", responde Filipe Melo. Depois de depositar as flores lilás no semáforo, Mafalda Pinto diz algo semelhante: "Era um caso exemplar da vida urbana: uma pessoa muito só e ao mesmo tempo acompanhada por uma multidão."

Ps: uma vez no El Corte Inglês em conversa, contou que tinha recebido uma proposta para o fotografarem e colocarem as suas imagens no museu da cidade de Lisboa...














terça-feira, 9 de novembro de 2010

domingo, 7 de novembro de 2010

Coca-Cola, Fanta e Nazismo. Descobra o que os une...


Fanta é uma marca de refrigerantes, que detém uma linha variada de produtos e que pertence à The Coca-Cola Company. Criada e lançada na Alemanha Nazi, durante a Segunda Guerra Mundial, actualmente é comercializada em 187 países.

A marca de refrigerantes Fanta tem sua origem na Alemanha Nazi no ano de 1941. Naquela época, devido às sanções que impediam a entrada de produtos naquele país, impossibilitaram que a fábrica da Coca-Cola continuasse a operar devido a falta dos concentrados base para a fabricação de refrigerantes. Nessa ocasião, Max Keith, chefe de operações da Coca-Cola alemã, permitiu a criação de um novo produto, na tentativa de evitar a suspensão das actividades da fábrica, nascendo assim, uma bebida que foi comercializada exclusivamente no mercado alemão durante a Segunda Guerra Mundial. O produto, por sua vez mudava de acordo com a natureza dos ingredientes que estavam disponíveis no país sancionado, como as sobras da fabricação de sidra (fibra de maçã) ou, até mesmo o subproduto da confecção de queijo (soro de leite). O primeiro sabor com a marca Fanta foi o de malte, já o sabor laranja, que é o mais conhecido e distribuído mundialmente, foi lançado somente em 1955 pela Coca-Cola italiana e, no princípio, as versões do refrigerante vinham adoçados com sacarina, passando posteriormente para o açúcar de beterraba.[2]

Foi a partir de um concurso que surgiu o nome Fanta, que foi realizado entre os funcionários da fábrica alemã coordenada por Max Keith, que solicitou aos mesmos para usarem a “imaginação" (Phantasie em alemão). Ao ouvir isso, o vendedor veterano Joe Knipp imediatamente deixou escapar “Fanta” que passou a ser adoptado como marca.




Eu confio na capacidade de reflexão, na indignação e na rebelião das pessoas...


Simplesmente avassalador! Vão a internet, pesquisem  e vejam este documentário extraordinário e compreenderão melhor o mundo que nos rodeia e terão as respostas a muitas das vossas perguntas...