terça-feira, 15 de março de 2011
Santana Lopes e José Sócrates foram separados à nascença...
Depois de ver ontem o discurso de José Sócrates, apercebi-me que foi separado à nascença do seu irmão gémeo, Santana Lopes.
Pois os dois como Primeiros Ministros só fizeram m**** e quando as coisas começam a ficar negras, vão à televisão dizer que a culpa é dos outros e fazem o papel de coitadinhos. É o sindroma Calimero...
sábado, 12 de março de 2011
Acho que os meus óculos acabaram de bater um recorde do guiness...
Estava à janela num 8º andar e quando dei por mim, os óculos estavam a cair. Cá de cima só os podia ver andar às voltas e a fazerem um som destruidor quando bateram desamparados no chão. Soltei um "aí c******". Desci rapidamente e não é que os óculos estão espectaculares...
300.000 manifestantes indignados e eu. O Povo está sem leite e o Sócrates é quem mais ordenha...
Este foi o meu motivo para ir ao protesto e apresento a minha solução...
Uma das minhas frases favoritas do protesto...
A Luta está na rua...
Eu já estou a pensar o que vou escrever na minha folha A4. E tu...?
PEDIMOS QUE TRAGAM UMA FOLHA A4 COM O VOSSO MOTIVO PARA ESTAREM PRESENTES E UMA PROPOSTA DE SOLUÇÃO.
AS FOLHAS SERÃO RECOLHIDAS E ENTREGUES NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Amanhã dia 12 de Março às 15 horas, ninguém nos vai calar. Traz um amigo também...
Imagem "gentilmente retirada" desse Grande Blog que é WE HAKE KAOS IN THE GARDEN...
quarta-feira, 9 de março de 2011
Cavaco Silva tomou hoje posse para mais 5 anos como Presidente da República...
No discurso de tomada de posse, Cavaco Silva disse que os jovens são a esperança e o futuro e que por isso os saúda.
Os jovens da década de 90 que foram chamados de "geração rasca", são agora a esperança. Como as coisas mudam em 20 anos.
É pedida à "geração rasca", a nós jovens, que salvemos e que ergamos o país depois dos da "geração não rasca" terem f***** o país.
O mesmo é dizer, agora que nós fizemos m****, senão sairmos deste lamaçal foi porque vocês jovens, não fizeram nada.
Mas os jovens querem e estão a tentar fazer com que o país se desenvolva, que cresça, que crie riqueza, que se inove.
Mas a "geração não rasca" está alapáda aos poderzinhos e a interesses privados desprovidos de consciência social, com o objectivo de melhorar a vida de poucos em vez de melhorar a vida de todos os portugeses...
PS: não nos devemos esquecer que há 5 anos atrás, Cavaco Silva no seu discurso de tomada de posse como Presidente da República, fez o diagnóstico de situação do país. Mas durante os seus 5 anos de mandato as palavras que mais vezes proferiu foram e passo a citar "não faço comentários".
Uma coisa é certa dia 12 de Março às 15 horas na Av. da Liberdade vou participar no protesto Geração "à rasca". Aparece e traz um amigo também...
segunda-feira, 7 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
Eu vou-me fazer ouvir. E tu...?
Carta aberta a todos os Cidadãos, Associações, Movimentos Cívicos, Partidos, Organizações Não-Governamentais, Sindicatos, Grupos Artísticos, Recreativos e outras Colectividades:
Protesto da Geração À Rasca
12 de Março às 15 horas
Avenida da Liberdade – Lisboa e Praça da Batalha – Porto
Exmos. Srs.,
O «Protesto da Geração À Rasca» surgiu de forma espontânea, no Facebook, fruto da insatisfação de um grupo de jovens que sentiram ser preciso fazer algo de modo a alertar para a deterioração das condições de trabalho e da educação em Portugal.
Este é um protesto apartidário, laico e pacífico, que pretende reforçar a democracia participativa no país, e em consonância com o espírito do Artigo 23º da Carta Universal dos Direitos Humanos:
1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.
2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.
3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.
(…)
Por isso, protestamos:
-Pelo direito ao emprego.
-Pelo direito à educação.
-Pela melhoria das condições de trabalho e o fim da precariedade.
-Pelo reconhecimento das qualificações, competências e experiência, espelhado em salários e contratos dignos.
Porque não queremos ser todos obrigados a emigrar, arrastando o país para uma maior crise económica e social.
Segundo o INE, o desemprego na faixa etária abaixo dos 35 anos corresponde hoje à metade dos 619 mil desempregados em Portugal. A este número podemos juntar os milhares em situação de precariedade: “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, estagiários, bolseiros e trabalhadores-estudantes.
No que concerne à educação, o acentuar das desigualdades no acesso ao ensino limita as oportunidades individuais. Milhares de pessoas são impedidas de ingressar ou obrigadas a abandonar os seus estudos. Outras ainda vivem situações de indignidade humana para conseguirem prosseguir os seus percursos académicos.
Não negligenciamos os problemas estruturais, domésticos e internacionais, que afectam a vida de muita gente na procura e obtenção de emprego. Queremos alertar para a urgência de repensar estratégias nacionais e não nos resignamos com os argumentos de inevitabilidade desta situação. É com sentido de responsabilidade que afirmamos que, sendo nós a geração mais qualificada de sempre, queremos ser parte da solução.
No dia 12 de Março, pelas 15 horas, convidamo-lo a estar presente na Avenida da Liberdade em Lisboa ou na Praça da Batalha no Porto, no Protesto da Geração à Rasca cujo manifesto abaixo citamos.
Manifesto
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.
Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.
Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.
Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.
b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.
c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.
Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.
A constestação anda ai...
Fez-se história. Dezenas de anos depois, uma música com suficiente interesse ganhou o Festival da Canção e irá representar a pátria - ah, que gozo dá escrever isto - lá fora. Para cúmulo, no país de Merkel, o foco de todas as desgraças lusas. Para mais, a vitória foi conseguida graças ao voto dos espectadores, que contrariou o voto dos "especialistas" que tinham eleito mais mais uma canção abaixo de cão, a caminho dos últimos lugares do Festival da Eurovisão (sim, eu de vez em quando espreito o festival). Poder-se-à dizer que o Festival da Eurovisão é o grau zero da música. Certo, e a realidade não desmente esta impressão. Mas entre a mediocridade enfatuada dos habituais, a parvoíce das péssimas letras - sempre à volta da ideia do "amor", ou da "alma lusa", ou do "fado" - e a pobreza mais do que franciscana das composições, e a mediania irónica da canção dos Homens da Luta, como não escolher a segunda? O maior feito desta dupla de humoristas foi ter dinamitado uma instituição da incompetência pátria, o nacional-cançonetismo, instituição muito mais do que simbólica (em tanta participação, o melhor que conseguimos foi para aí um 8º lugar), no seu próprio terreno; a música dos Homens da Luta é primeiro um pastiche da música de intervenção - e por isto há muita gente de esquerda que não gosta deles -, mas o happening em que se tornou a sua participação no festival - as referências ao castiço nacional, as caricaturas do "povo", e depois a reacção do público à sua vitória, devidamente enfatizada pelo discurso de Gel - fez com que o acontecimento fosse uma inteligente desconstrução de algo perfeitamente anacrónico. Como não preferir a caricatura voluntária à involuntária? Os trabalhadores postiços às mulheres das sete saias da primeira canção?
Outro feito dos Homens da Luta foi terem conseguido que gente que poderia se sentir ofendida com a caricatura se tenha de imediato colado a esta pequena vitória; na hora em que se contam espingardas contra o Governo, tudo conta (é espreitar o 5 Dias, para se confirmar). Por outro lado, os porta-vozes para o Governo na blogosfera rapidamente vieram denunciar o nojo que sentem perante tal ofensa - ao Governo, presumo. Ah! Ah! Não me divertia tanto há algum tempo, confesso. E a procissão ainda vai no adro, a caminho da Alemanha. A luta é mesmo alegria...
sexta-feira, 4 de março de 2011
Passados 10 anos e 59 pessoas mortas, tudo na mesma. O povo é sereno...
A queda da ponte de Entre-os-Rios foi há dez anos. No dia 4 de Março de 2001 caía a ponte que liga Castelo de Paiva àquela localidade e 59 pessoas perdiam a vida. A maioria nunca foi encontrada.
A ponte caiu, mas ninguém foi condenado. Na altura, o ministro da Administração Interna, Jorge Coelho, pediu a demissão. Nos tribunais, foram absolvidos os seis técnicos acusados pelo Ministério Público.
As famílias das vítimas foram indemnizadas em 49 mil euros...
quinta-feira, 3 de março de 2011
Hoje no Nimas - Black Panthers - All power to the people
Na sessão de inauguração do ciclo contaremos com a presença de uma comitiva de Panteras Negras, disponível para falar sobre a sua experiência: EMORY DOUGLAS, Ministro da Cultura dos Panteras Negras; ROBERT KING, Pantera Negra, preso político na prisão de Angola – EUA ao longo de 27 anos em regime de solitária e BILLY X JENNINGS, Pantera Negra, historiador e responsável oficial do legado dos Panteras.
PROGRAMA
Quinta, dia 3 de Março, às 21.30
Sessão de abertura do ciclo com a presença dos convidados Robert King, Billy X Jennings e Emory Douglas
In the Land of the Free de Vadim Jean
Black Panthers – Huey! de Agnès Varda
In the Land of the Free de Vadim Jean
Black Panthers – Huey! de Agnès Varda
Frase da semana...
«O meu país tem oito séculos de história, não é subserviente com ninguém a não ser com o seu povo e com o que o povo tem a dizer.»
José Sócrates, após a sessão de beija-mão com Angela Merk...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
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