"Afastar muitos para longe do rebanho, foi para isso que eu vim!" Nietzsche

terça-feira, 29 de março de 2011

Está low, very low...



A agência de "rating" Standard & Poor's cortou hoje a avaliação de Portugal em um nível para 'BBB-', imediatamente acima de "lixo".

Com este circo de politiquices que temos estado a ser diariamente brindados por parte de José Sócrates, Pedro Passos Coelho e desse grande democrata  Anibal Cavaco Silva. Mais uma semana e não ficamos acima do "lixo" mas abaixo do "lixo", ou seja, ficamos na merda...


Escrito no Martim Moniz...

Bem bom...

Depois de ir ver um bom filme chamado "poesia" um filme sul coreano (adoro filmes asiáticos), decidi jantar comida chinesa e beber uma cerveja cobra, que é do best. 
A cerveja cobra, crafted original em Bangalore usando uma mistura indiana tradicional dos ingredientes, incluindo o milho e o arroz e um pouco do menos gás, é o complemento perfeito ao alimento picante, particularmente caril.
Se poderem e se conseguirem comprar (vende-se nos intermercados), não se vão arrepender...

É o que alguns ditos políticos me fazem sentir, por nos penhorarem o futuro...



Ratos de Porão, música Sentir Ódio e Nada Mais
Composição : João Gordo


  • Este é o momento certo da loucura que se esvai
  • voltar a realidade e vencer sem olhar para traz
  • A inveja e a falsidade nunca mais te atingirão
  • todos seus inimigos sua vingança sentirão
  • E assim sentir... ódio e nada mais
  • Viver feliz é ilusão e nada mais
  • Cercado de canalhas não pode raciocinar
  • ficar desesperado também não vai adiantar
  • o ódio lhe domina embrutece o coração
  • você esta preparado para enfrentar a solidão e assim sentir .....

Será que a solução de Portugal só passa pelo PS, PSD e CDS...?

O PS e o PSD parecem o Dupond e Dupont, pois pensam da mesma forma e apontam o mesmo caminho para Portugal...


Embora sejam muito parecidos, não são gêmeos, como revela a ortografia dos seus nomes. De facto, o único detalhe físico que permite distinguí-los é a forma dos bigodes. O de Dupont gira e o de Dupond é direito. Membros da segurança, mais tarde da polícia judicial, os Dupondt fazem muitas investigações de maneira mais ou menos discreta e eficaz.

Os Dupondt não são sábios, é o mínimo que se pode dizer. Estendem o sentido de discrição até vestir-se de roupas folclóricas com o objectivo "de se misturarem com a multidão", o que evidentemente nunca é bem sucedido. Acumulam também um número impressionante de quedas, deslizes e acidentes. Cúmulo da estupidez, seguem mesmo os seus próprios vestígios no deserto. Esta desorganização total reflete-se também na sua linguagem. Especialistas em lapsos e outros pleonasmos, é constante no seu vocabulário "eu diria mais", "silêncio e boca fechada". Entre seus aforismos mais famosos, realça-se notavelmente este pronunciado sobre o nosso satélite: "Dizer que nós pisamos o solo da Lua onde a mão do homem jamais pôs o pé."

Não me digam que não existem semelhanças entre o Dupond e Dupont e José Sócrates e Pedro Passos Coelho...

segunda-feira, 28 de março de 2011

Plano do PSD para Portugal...



Ratos de Porão, música Plano Furado II
(onde se lê Brasil, coloca Portugal e fica perfeito)

Deu tudo errado!
Plano Furado
Deu tudo errado

Novo Cruzado
Hei Ribamar
Olhe só o que você fez
Sua cabeça vai rolar
Se der errado outra vez

Não adianta congelar
Os produtos vão sumir
A fábrica do Ribamar
É a primeira a falir.

Não dá certo, não
Não dá certo, não

Você não se arrependeu
daquela última vez
O Brasil quase faliu
E você quase morreu
O sistema monetário
Sempre muda prá pior
O pobre fica bem mais pobre
E o rico vai prá melhor.

Não dá certo, não
Não dá certo, não

Não adianta pedir para Deus
Ele não vai ajudar
Plano furado dois
Só pintou prá piorar nossa situação.



Plano do PS para Portugal...


Ratos de Porão, música Plano Furado I
(onde se lê Brasil, coloca Portugal e fica perfeito)


Planejaram Febrilmente
O Brasil ia mudar
Congelaram a pátria amada
botaram as coisas no lugar.
Todo mundo, o mundo inteiro
essa farsa engoliu
o povo se fudeu
e o Brasil faliu


Deu tudo errado
Plano Furado


Eles não fraquejaram
prometeram que iam ver
uma desculpa nova
e o plano refazer
refizeram a constituinte
com um grande bacanal
não rifaram o Brasil porque era ilegal!


Deu tudo errado
Plano furado


Pediram pra igreja
gentilmente ajudar
cobrando entradas na missa
que os fiéis possam pagar
O papa interveio
disse logo:
-Filhos Meus!!
-O plano é de voces mas o dinheiro é de Deus!!!

Rap do PEC pelos Homens da Luta...

Pedro Passos Coelho do PSD, será a solução para Portugal? Não me cheira

sábado, 26 de março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

Estou farto deste circo da política...

Aníbal Cavaco Silva esse Grande Democrata...

Portugal está na m****, a crise política está ai, em principio hoje vamos ficar sem Primeiro Ministro, O FMI vem ai, os partidos à direita com isto tudo começam a salivar pois sentem que o pote do poder está próximo. E no meio disto tudo o Presidente da República no qual os portugueses votaram em massa para um segundo mandato, não disse rigorosamenre nada. Limita-se a fazer aquele ar de parólo. É Portugal no seu melhor. Espera-nos um futuro brilhante nestes próximos anos...

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Oráculo do Já Mandas Não, pelos vistos tinha razão. Aceitam-se consultas, pode marcá-las através do Blog...


A quaresma tem o seu inicio na quarta-feira de cinzas e o seu término ocorre na quinta-feira santa, até a celebração da Missa da Ceia do Senhor Jesus Cristo com os doze apóstolos. Durante este período devemos fazer "sacrifícios", é uma espécie de jejum materialista.
Eu penso que como pais católico que somos a nossa quaresma este ano vai ter francamente mais do que 40 dias e depois ainda falta passar o famoso calvário.

No dia 26 ou 27 de Fevereiro deste ano tive a visita de um grande amigo que actualmente estuda na Noruega. E meio a brincar meio a falar a sério, disse-lhe que o governo de José Sócrates ia cair antes da Páscoa, pois sempre tinha ouvido falar no coelhinho da Páscoa, mas nunca o tinha visto. Mas agora era diferente, Pedro Passos Coelho era líder do PSD e tinha dito que "o PSD ainda não tem fome suficiente para ir ao pote", mas como iamos entrar na altura da Quaresma e o jejum custa a suportar, a fome começaria apertar. Pelos vistos a fome tomou conta do estômago de Pedro Passos Coelho e parece confirmar-se que vamos ter um coelhinho da Páscoa em Portugal. Parece que as minhas previsões se vão concretizar. Se assim for sou melhor do que o Oráculo de Benguela ou quiça melhor que o Professor Caramba...

quinta-feira, 17 de março de 2011

Em Fevereiro deste ano, Pedro Passos Coelho disse: "O PSD ainda não tem fome suficiente para ir ao pote". Mas parece que agora a fome chegou...

José Sócrates ou Pedro Passos Coelho com os seus amigos do FMI? Infelizmente no espectro político e democrático português, para muitos parece só existir duas alternativas, PS ou PSD. 
Ao contrário de José Sócrates, Pedro Passos Coelho não esconde a sua arrogância, prepotência e a julgar pelas suas palavras, o seu desprezo pela democracia e pela opinião do povo. Ainda hoje numa conferência organizada na Faculdade de Economia do Porto, Pedro Passos Coelho disse "Espero como FUTURO Primeiro Ministro nunca dizer ao país ingenuamente que desconheço a situação financeira".
Afinal a fome de chegar ao pote apareceu, vai haver crise política e não vale a pena convocar eleições antecipadas, pois já temos o futuro Primeiro Ministro e chama-se Pedro Passos Coelho. Pelo menos é o que ele diz...

Será que José Sócrates e Pedro Passos Coelho são assim tão diferentes...?


terça-feira, 15 de março de 2011

Renováveis...

Se se perguntar a alguém se prefere que aquilo que paga de electricidade fique em salários em Portugal ou que engrosse as contas dos países exportadores de gás e petróleo, ou se gostaria de ver eliminada a vulnerabilidade da nossa economia perante as subidas descontroladas dos preços dos combustíveis fósseis, ou se deseja que os transportes, as indústrias e as famílias, tal como a geração eléctrica, reduzissem as emissões de CO2 e que o abastecimento eléctrico fosse (quase) isento de riscos de catástrofes (como a que paira sobre o Japão), não me resta dúvida de que a maioria das respostas seria no sentido de apoiar as energias renováveis, e de que estas passem a cobrir a maior parte das nossas necessidades energéticas.

As únicas dúvidas que podem assaltar o cidadão são se os custos das renováveis representam uma barreira inultrapassável a curto prazo e se a sua tecnologia ainda imatura tem a fiabilidade dos meios tradicionais de geração de energia. Quanto à primeira dúvida, são muitos os estudos objectivos que demonstram que, a nível macroeconómico, os benefícios que as renováveis retornam à sociedade são muito superiores às ajudas que recebem para a sua instalação. Mas, inclusive comparando custos de geração eléctrica, há tecnologias, como a eólica, que após dez anos de apoio e implementação a nível mundial já apresenta custos competitivos com a geração convencional em determinadas localizações, e o mesmo vai ocorrer em breve com a fotovoltaica e as centrais solares termoeléctricas. Relativamente à segunda dúvida, o cidadão deve tranquilizar-se ao pensar que em muitos períodos de 2010 as energias renováveis geraram percentagens significativas da electricidade consumida no nosso país sem nenhuma incidência na qualidade do fornecimento.

A história das revoluções tecnológicas que foram transformando o mundo mostra-nos que houve sempre tentativas de rejeição por parte dos núcleos económicos de poder, defendendo os seus interesses estabelecidos. A Revolução Industrial de finais do século XVIII, com a invenção da máquina a vapor, não se livrou da pressão dos lobbies aristocratas para manter o antigo sistema de produção que se via ameaçado pelas máquinas. O comboio suportou boicotes e ameaças ao longo do século XIX, mas não impediram o seu desenvolvimento nem que hoje tenhamos à disposição a alta velocidade.

Também a introdução da electricidade em princípios do século XX ou das tecnologias da informação e comunicação no último quarto do século XX despertaram inúmeros temores, mas abriram caminho e não poderíamos imaginar actualmente o nosso mundo sem elas. E agora, no começo do século XXI, começou a mudança imparável do modelo energético graças às tecnologias de aproveitamento das energias renováveis, que são sustentáveis, de “potencial infinito” e custo previsível.

Estas tecnologias, já maduras mas com capacidade para continuarem a aperfeiçoar-se e embaratecer – ao contrário da subida progressiva que os combustíveis fósseis terão por força da diminuição das suas reservas –, põem felizmente em perigo não só a utilidade de investimentos realizados em cenários de crescimento insustentáveis, como a própria distribuição do poder, eliminando a vulnerabilidade das economias dos países, tanto desenvolvidos como emergentes.

Portugal pode gabar-se de uma posição de vanguarda nestas tecnologias, particularmente na eólica e termo-solar, num momento em que no mundo inteiro se empreendem ambiciosos planos de expansão. Esta oportunidade histórica só poderá ser aproveitada pelas nossas empresas se se mantiveram na primeira linha graças ao desenvolvimento do nosso mercado interno, no qual podem implementar as inovações para posterior exportação.

Poucos sectores industriais se podem apresentar como um caso de sucesso do apoio continuado à Investigação e Desenvolvimento, da excelente formação das nossas universidades e da resposta das nossas empresas a uma moldura normativa que permitiu o seu descolar e cujos apoios recebidos estejam a ser retornados à sociedade com acréscimo.

As renováveis já não são uma utopia. Representaram pouco mais de metade da geração eléctrica em Portugal em 2010 e são um sector florescente. Os investimentos são privados, poupam importações de gás, petróleo e carvão, exportam tecnologia, reduzem o custo por emissões de CO2 e geram emprego. Definitivamente, uma excelente aposta no presente e no futuro da economia do nosso país.

PS: imagem e texto "gentilmente" retirados do blog JUGULAR