"Afastar muitos para longe do rebanho, foi para isso que eu vim!" Nietzsche

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mano um forte e fraterno abraço de Portugal para a Noruega...


Estou muito contente, penso que em Norueguês se escreve "Jeg er veldig glad". Forte abraço Mano e cá te espero...

Para que nunca te esqueças da "hora" exacta de ajudares a Nação...


Obrigado pelo presente! Beijinhos e abraços Ricardo e Leninha filha...

Equipa do FMI liderada por dinamarquês que negociou com a Grécia, chegou a Portugal...


Shakespeare é que tinha razão quando escreveu "Há algo de podre no reino da Dinamarca." Acto I, Cena IV

Fernando Nobre é candidato a presidente da Assembleia da República pelo PSD? Sim é possível...



Quando soube deste facto, tive que ir "biclar" durante umas horas para aliviar o stress, o amargo de boca e a indignação que senti...

Fernando Nobre nas Presidenciais deste ano concorreu como independente encabeçando um movimento de cidadania. Na sua página na internet das Presidenciais pode ler-se no seu manifesto o seguinte...
  

"Defendo um Estado social forte, apoiado num moderno Serviço Nacional de Saúde, no Ensino Público de qualidade e numa eficaz Segurança Social. Sei, por experiência própria, a enorme importância que tem para as famílias em aflição, o Serviço Nacional de Saúde, tendencialmente gratuito, a educação e a alimentação dos filhos. Daí a minha preocupação social e ambiental, que é genuína, como a minha vida o demonstra".
  •  É de todo conhecido o carinho que o PSD tem pelo estado social e principalmente pela saúde e pela segurança social. Dai Pedro Passos Coelho nas suas 365 ideias para governar Portugal querer privatizar hospitais...
"É necessário reduzir as desigualdades e auxiliar as empresas em risco. Urge encontrar outros modelos de desenvolvimento e recolocar o ser humano como o centro de toda acção governativa, económica e política".

  • Mais uma vez parece-me claro que a política neo-liberalista que o PSD tem como modelo, coloca o ser humano no centro da decisão. Por isso é que Pedro Passos Coelho pediu a Pedro Reis (gestor de empresa e um dos conselheiros económicos do líder do PSD) para elaborar um estudo com vista ao relançamento da economia portuguesa. E este assim o fez, falou com 55 dos mais poderosos empresários e gestores nacionais (Américo Amorim, Paulo Azevedo, ou líderes de grandes bancos como Faria de Oliveira, Carlos Santos Ferreira ou António Horta Osório), tudo bons rapazes e que claramente colocam o ser humano no centro de toda acção, principalmente nas questões laborais...

"Não vou pactuar em discussões artificiais, não vou sustentar manobras de diversão que nos distraiam dos problemas essenciais, não vou condescender com a retórica vazia"

  • Esta então é de bradar ao céus. Como é que como presidente da Assembleia da República (AR) não vai pactuar em discussões artificiais e com retórica vazia da maioria dos deputados? Mas na AR não é isso que se tem feito nos últimos 25 anos, excepto raros casos...

"O mau é o da ganância, do chico espertismo, dos negócios corruptos, da degradação da autoridade do Estado, da ausência de valores democráticos, éticos e de justiça, da decadência do próprio sistema democrático"

  • Se calhar como presidente da AR vai começar no plenário a dar workshop's de ética e justiça à maioria dos senhores deputados...

"Sou o candidato da cidadania. Serei a voz da exigência, da indignação e da denúncia"

  •  Agora deve ler-se, fui candidato da cidadania e agora sou candidato a presidente da AR pelo PSD e espero que todos aqueles que votaram em mim como candidato da cidadania compreendam o incompreensível ou que tenham Alzheimer e que não se lembrem que fui candidato da cidadania. É confuso não é? Também a decisão do Fernando Nobre.
 
O mais curioso, ridículo e ridículo (escrevi ridículo 2 vezes para reforçar a ideia) é que Fernando Nobre realmente é um homem de pôr as mãos na massa é um homem interventivo e isso vê-se pelo seu trabalho na AMI. Quando se candidatou a Presidente da República como candidato da cidadania, também se compreendeu que queria intervir mas de uma forma diferente. Agora aceitar ser cabeça de lista do PSD por Lisboa para ir para presidente da Assembleia da República não se compreende de todo. Para além do PSD ser a antítese de tudo aquilo que ele defendeu na sua candidatura a Presidente da República. 
 
Quais a funções e competências do presidente da AR:

  • Dirige e coordena os seus trabalhos e exerce autoridade sobre todos os funcionários e agentes e sobre as forças de segurança postas ao serviço da Assembleia. No elenco das suas competências, previstas no Regimento, incluem-se a presidência das Reuniões Plenárias, da Conferência dos Representantes dos Grupos Parlamentares, da Comissão Permanente bem como a admissão das iniciativas legislativas e a assinatura e envio dos Decretos da AR ao Presidente da República para promulgação. E Faz ainda o seguinte "senhor deputado seja breve no seu comentário, pois já excedeu em muito o seu tempo" ou "votos contra, votos a favor, abstenções? O artigo lei nº 0001/00 foi aprovado por unanimidade".

Se isto é o que Fernando Nobre chama de ser interventivo, só tenho um conselho a dar-lhe, faz mais falta aos portugueses e aos não portugueses na presidência dessa grande instituição, essa sim humanitária, que é a AMI (que assenta em quatro pilares: Assistência Médica, Acção Social, Ambiente e Alertar Consciências) e que tanto orgulha Portugal.



PS: a minha indignação é ainda maior porque votei nele...

Bike Power...


Após 3 anos em que a bicicleta esteve praticamente parada (por estupidez), resolvi começar a dar-lhe o devido uso no meu dia-a-dia.
1º não gasto diesel, 2º não prejudico o ambiente, 3º alivia-me o stress (com a situação social, política, economico-financeira o stress está no auge), 4º tenho ciclo-via quase até ao local onde trabalho, 5º está um tempo espectácular para "biclar", 6º era um dos meus objectivos para 2001, 7º já comecei a correr, já ando de bicicleta, estou aprender a tocar baixo-eléctrico, só me falta mesmo é deixar de fumar. Pode ser que esteja para breve...

domingo, 10 de abril de 2011

Como chamá-los...




Os olhos incrédulos fixados no ecrã… os ouvidos sujados pelas palavras de um qualquer pequeno ditador a falar no superior interesse da Nação… dizia ele “hoje decidi pedir ajuda externa”.

Os que esperaram quarenta minutos com a garganta seca e com as peles da testa a retraírem-se, murmuravam “como foi isto possível…”.

Uma Nação de joelhos e de cabeça curvada como o condenado à guilhotina, destituído de qualquer direito ou vontade. É assim que ficamos perante os abutres de cabeça vermelha empolada a ruborizarem-se ainda mais com as notícias e cujos bicos disformes soltam o hálito quente e podrido da ganância. A Troika, expressão russa que designa três cavalos em linha puxando um trenó ou carroça, foi como os abutres se baptizaram. Afinal agora sabemos que os cavaleiros do apocalipse não são quatro…

Mentiras, falsidades, falácias, chamem-lhe o que quiserem… mas foi o que escutámos durante mais de vinte e cinco anos.

Todos são culpados, todos são responsáveis, todos durante anos agiram por superior interesse da Nação. Nação? Saberão eles o que dignifica Nação?!

Parolos, criaturas repugnantes que deviam ter sido atiradas a um qualquer balde de latrina conspurcada, juntamente com os seus semelhantes; os dejectos decompostos, aquecidos e desfeitos pelos primeiros raios de calor da primavera.

Perdoem-lhes as mães que elas não têm culpa. Infelizmente o aborto devia ser permitido não até às 10 semanas, mas em alguns casos, devia ser prolongado até aos cinquenta e três, ou mesmo até aos setenta e um anos…

Diz-se que se deve chamar os bois pelo nome. Mas como posso chamá-los?

Chamar-lhes de vermes é ofensivo para os próprios vermes, pois eles merecem mais do que rastejar na lama e chafurdar nas águas estagnadas na qual a Nação está atulhada.

Talvez lixo? Lixo também não me parece correcto, pois até o lixo pode ser reciclado para se criar algo puro, belo e útil a todos.

Então o que lhes chamar, como os classificar? De pessoas? De compatriotas? Não me parece justo, nem apropriado, pois não se comportam como tal.

Não é fácil classificá-los. Até o imundo mundo das fezes está claramente classificado, mas eles não. Penso que Asco é mais exacto e preciso. O Asco está associado a coisas que são percebidas como sujas, incomestíveis e infecciosas. Eles são os únicos que se enquadram na perfeição nesta definição. Serão chamados de Asco!

Coisas que são percebidas como sujas… Por mais assessores de imagem, maquilhagem, fatos feitos por medida e branqueamentos dentários, sente-se, vê-se e cheira-se a sujidade. Sujidade moral, ética, política, mas principalmente tresanda-se a sujidade social. Durante anos e décadas, enlodaram-nos com os seus interesses pessoais medíocres, pacóvios e mesquinhos. Alguns sofreram mais do que os outros. Basta ver o resto da Nação que vive/sobrevive no dito interior. Um fratricídio que contínua a fazer vítimas. Nesse dito interior da Nação, os velhos morrem, os jovens partem e às poucas crianças que vão nascendo é-lhes dada duas opções. Partir ou morrer! Fratricídio digo eu. Progresso e desenvolvimento dirão eles, o Asco.

Para eles, o Asco, não existe passado, nem presente, apenas futuro e fuga para a frente. A memória é coisa de fracos e que não serve o superior interesse da Nação.

Coisas que são percebidas como incomestíveis… Se depois do aborto o Asco fosse lançado para um balde de latrina, ninguém os comeria. Nem mesmo os necrófagos pois também estes não comem qualquer coisa.

Coisas que são percebidas como infecciosas… Qual penicilina! Durante décadas escaparam à depura e à expurga. Durante décadas o Asco disseminou-se e contaminou outros com as mesmas ideias de interesses pessoais medíocres, pacóvios e mesquinhos. Apeçonhentaram outros a mentir, a enganar e penhoraram a vida, as expectativas e as esperanças de terceiros. Ai de quem negar que eles, o Asco, são infecciosos. A infecção é tão grande e tão profunda que tem pus quente de cor esverdeada e de cheiro fétido que gangrenou uma Nação inteira. Infecciosos são eles e uma Nação de joelhos ficou. Até os olhos estão a ficar opacos e a perder a vontade de lutar… e a esperança foi-lhes reduzida a um quase nada, tão frágil como o último suspiro.

Eles, o Asco, agiram sempre com o superior interesse da Nação. Devemos-lhes estar gratos? Mas se assim é porque é que não sinto gratidão? Porque é que não me rejubilo? Porque é que sinto asco pelo Asco? Porque é que quando eles enchem a boca corrompida pelo engano para dizer “o superior interesse da Nação”, isso me provoca náusea? Porque a náusea é uma defesa do organismo. É a preparação para o vómito e a expulsão de substâncias que podem estar a causar problemas ao organismo. Afinal está explicado, estou a combater a infecção.

Desprezíveis sejam as fezes húmidas dos cães que repousam nos passeios e se colam com resiliência às solas dos sapatos, pois também eles, o Asco, são desprezíveis. Animai-vos, aquecei os fornos e aguentai o espasmo violento desse último vómito que expele a infecção maligna provocada por eles, o Asco. Pegai numas pás bem grandes e atirai-os para os fornos das incineradoras. Já o velho ancião lá para os lados do Marão dizia, “se o Asco queres vencer, fritai-os em óleo bem quente e derramai-o num solo ermo e desprovido de vida, para o fazeres desaparecer...”

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A campanha dos governos dos últimos 25 anos para sermos falados pelo mundo inteiro, finalmente surtiu efeito...

A frase "Não importa se falam bem ou mal de mim, o que importa é que falem."
Hoje Portugal  seguiu esta máxima à letra... 

Hoje é dia Mundial da Saúde...

Hoje é dia mundial da saúde. Desde alguns anos a esta parte que no discurso oficial, Portugal deixou de ter pobres, tem pessoas carenciadas. Deixou de ter pessoas com fome, passou a ter pessoas com carencias alimentares, ou desnutridas. Deixou de ter vagabundos/mendigos/sem abrigo e passou a ter indigentes.
Desejo que com esta conjuntura (palavra muito em voga), as desigualdades não se acentuem e não se traduzam na redução da qualidade da saúde ("estado de completo bem-estar físico, mental e social e não consistindo somente da ausência de uma doença ou enfermidade") dos portugueses. Mas infelizmente acho que o meu desejo não se vai realizar...

Eu sei que o retro e o revivalismo estão na moda, mas o FMI voltar novamente a Portugal, se calhar é um bocado demais...

É o que eu quero...

Curiosidades: entidades capitalistas baptizam-se com palavra que era usada para designar os três supremos chefes dos estados comunistas...

A "ajuda externa" será uma missão conjunta entre a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que foi baptizada de "Troika".

Troika (russo:тройка) é a palavra russa que designa um comitê de três membros. A origem do termo vem da "troika" que em russo significa um carro conduzido por três cavalos alinhados lado a lado, ou mais frequentemente, um trenó puxado por cavalos. A palavra também era usada para designar para descrever os três supremos chefes dos estados comunistas, o chefe de estado, o chefe de governo e o líder do partido. Dessa forma, este termo tem sido historicamente reservado para designar diferentes alianças políticas dos líderes na União Soviética...


quarta-feira, 6 de abril de 2011

O país na M**** mas o importante é a "imagem". És mesmo PAROLO pá...

Tristeza é o que eu sinto, nunca pensei vivenciar um dia destes...


Hoje é um dia triste para os Portugueses e para Portugal, pois nós não fomos capazes. E o preço é perdermos a nossa sobrania.
Nunca pensei vivenciar um dia destes. Para além de os Portugueses deixarem de mandar no seu próprio país, a partir de agora é que vamos saber o que é a crise. José Sócrates o nosso Primeiro Ministro veio à televisão dizer que vai ser pedida "ajuda externa". Uns chamam-lhe FMI, outros dizem FEEF, outros dizem FMI e FEEF.
Mas a questão é que nem se devia de chamar de "ajuda". Pois como todos nós sabemos, não há almoços à borla...


terça-feira, 5 de abril de 2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

Afinal a palavra do Pedro vale tanto como do José...


29 de Março de 2011

PSD: Passos Coelho diz que rejeitou PEC 4 "porque medidas não iam suficientemente longe" - Wall Street Journal

O líder do PSD explica que rejeitou as recentes medidas de austeridade propostas pelo Governo “não por irem longe de mais, mas porque não iam suficientemente longe”, num artigo de opinião no Wall Street Journal.

PS: clarifiquem-me, mas não foi o mesmo Pedro que disse que não aceitava o PEC 4, porque havia limites para os sacrificios pedidos aos portugueses...?