sábado, 24 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Bicho da Madeira...
Há quatro dia atrás este senhor negava que a divida da madeira fosse de 1113 milhões de euros, ontem disse que a divida devia rondar os 5 mil milhões de euros. É sempre bom termos governantes assim. Agora para além de cada Português ter parte de um banco, cada Português vai ter parte de uma ilha. O Ricardo Araújo Pereira é que tem razão. Os Portugueses afinal são ricos, pois têm um banco e uma ilha que têm de ser pagos e depois com o pouco dinheiro que sobra, os Português gastam-no em coisas supérfluas como a alimentação, água, luz, medicamentos... será este individuo Inimputável...?
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Hoje na RTP, na Primeira Entrevista quem esteve lá foi José Sócrates ou Pedro Passos Coelho...?
Hoje apareceu com pin com a bandeira de Portugal na lapela do casaco . Deve ter sido só para a primeira entrevista como PM...
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Ainda acredita?! Até quando vamos tolerar estas situações, até quando...?
"Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução."
"Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa."
"Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias."
"Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou."
"Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas."
"O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa."
"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos."
"Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos."
"Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos."
"Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado."
"Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal."
"O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando."
"Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa."
"Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas."
"Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português."
"A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento."
"A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos."
"Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota"
"O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento."
"Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate."
"Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?"
Conta de Twitter de Passos Coelho (@pedropassoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010. O último tuite transcrito é de 5 de Junho de 2011»
Artigo de Fernanda Câncio no "DN"
domingo, 4 de setembro de 2011
Palhaçadas...
O golfe mantém o iva a 6%, o gás e a electricidade passam para um iva de 23% "como a maioria dos paises europeus" sic. Adoro quando utilizam este argumento. Para pagar somos como " a maioria dos paises europeus", para receber somos iguais a nós mesmos...
sábado, 3 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A silly season não é só no mês de Agosto, ela mantém-se desde há vários anos...
O IVA do gás e da electricidade passam para 23%, mas o golfe mantém-se nos 6%. Cada vez surgem mais e mais impostos, o dinheiro das privatizações dão para o país "viver" durante 4 meses. O IMI vai subir, surge mais um imposto extraordinário, as deduções possíveis no IRS reduzem-se a quase nada ou desaparecem por completo. Os salários, subidas e progressões na carreira mantém-se congeladas. A subida nos transportes foi na ordem de 15 a 25% e corta-se na saúde e na educação.
Passaram meses antes das eleições a dizer que tinham um plano para Portugal, até tinham as famosas 365 medidas. Disseram que os impostos ao contrário do governo de Sócrates não iam ser aumentadas, que o sacrifício desta vez ia ser mesmo partilhado por todos, que iam cortar "nas gorduras do Estado"... mas afinal aconteceu o contrário!
Para aumentar os impostos, não tocar naqueles que mais ganham, naqueles que enriquecem ilicitamente, para não se combater os crimes fiscais e de colarinho branco, para isso não era preciso termos mudado de governo, nem mesmo colocar como ministro das finanças um Sr Professor. Qualquer um consegue fazer o que o ministro "Colossal" faz... Se ainda havia alguém que estivesse iludido que este governo nos ia salvar, ou que ia fazer diferente do governo anterior, ou mesmo fazer as reformas necessárias, justas e socialmente importantes, penso que acabou de perceber que foi mais uma vez enganado. Ainda gostava de saber se este governo mantém o estado de graça.
Ps 1: todas esta medidas o governo foi rápido e expedito a tomá-las, mas quando questionado se iria criar um imposto para os mais ricos, eles responderam "vamos pensar"...
Ps 2: já agora não foi o nosso Presidente da República que disse no governo de Sócrates que havia limites para os sacrifícios exigidos aos portugueses. Alguém o ouvir dizer alguma coisa sobre este ataque aqueles que menos têm, menos podem...?
Ps 3: ate quando é que vamos continuar aceitar isto? Para quando vamos tomar uma atitude firme, justa e verdadeiramente patriótica...?terça-feira, 30 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Ontem fui ver este filme. Gosto imenso do cinema asiático em especial o cinema coreano. Choi Min-sik está quase tão bem como no filme "Old Boy"...
Kyung-chul (Choi Min-sik) é um sádico sexual que mata sem remorsos e com requintes de crueldade. Com toda a polícia de Seul no seu encalço, nada o parece parar até ao dia em que escolhe como vítima a jovem noiva de Soo-hyun (Lee Byung-hun), um agente da polícia secreta coreana. Devastado pelo sofrimento e obcecado com a vingança, Soo-hyun só tem um objectivo: fazer Kyung-chul sentir o mesmo horror e sofrimento das suas vítimas. Assim começa um jogo macabro em que caçador e presa trocam de papéis: o psicopata assassino é convertido em vítima e a sua presa acaba transformado num monstro igual àquele que desejava destruir.
Um filme de terror realizado pelo sul-coreano Kim Ji-woon ("A Tale of Two Sisters", "The Good, The Bad and the Weard"). Na Secção Oficial da edição de 2011 do Fantasporto recebeu o prémio de melhor realização e, na categoria Orient Express, o de melhor filme.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Silly Season...?
No jornal da tarde foi mostrado a revolta de imensas pessoas por não existirem bilhetes suficientes e por existirem apenas duas bilheteiras para venderem os ingressos para o jogo amigável entre Portugal vs Luxemburgo. Pessoas indignadas, revoltadas e palavras como “é uma vergonha” foram várias vezes prenunciadas. Gostava tanto que os Portugueses se manifestassem, se indignassem e se revoltassem não apenas com o futebol, mas principalmente pelo que este governo está a fazer neste período de férias. Não admira que este período seja apelidado de silly season.
Aumentos nos transportes de 15 e em alguns casos de 25 por cento. Possível aumento do IVA, imposto que categoricamente este governo disse várias vezes que não ia aumentar. Redução dos apoios sociais, redução do subsidio de desemprego, alterações dos escalões do IRS que prejudicam claramente a classe média e quem trabalha por contra de outrem, medidas que promovem visivelmente o desemprego, alterações na política do medicamento em particular e na saúde em geral que prejudicam a população doente, privatizações de sectores importantíssimos como por exemplo a água, que serão vendidas a preço de saldo. Nomeações incompreensíveis, sendo que em muitas existem descaradamente conflito de interesses que prejudicam o Estado…
Mas e as verdadeiras, as necessárias, as irremediáveis medidas que têm que ser tomadas como o corte inequívoco na despesa. Essa é para quando? Para quando a alteração da lei fiscal e contributiva, para quando um combate honesto, empenhado e categórico aos crimes de colarinho branco, ao enriquecimento ilícito e à fuga de impostos? Para quando uma verdadeira moralização das ditas “elites” deste país que nos levaram a este fim anunciado durante tantos anos e que as ditas “elites” fizeram ouvidos de mercador?
Sinceramente gostava que os Portugueses se manifestassem porque os bilhetes são poucos para um jogo da selecção, mas gostava ainda mais que esses mesmos Portugueses reflectissem e se empenhassem com o objectivo de mostrar a este governo e às ditas “elites” do nosso país que assim não vamos lá.
Se o futebol tem um papel tão motivador e mobilizador dos Portugueses, se calhar está na hora dos super atletas da selecção de futebol também eles reflectirem e tornarem-se mais interventivos, mais pro activos e mais dinamizadores para a criação de sinergias como forma de pressão para mostrar ao governo e às ditas “elites” do nosso pais que o caminho não é este e para lhes exigir uma verdadeira e genuína mudança, para que o esforço seja partilhado por todos, para que todos possamos recuperar deste marasmo. Só todos juntos conseguiremos vencer…
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Este filme podia ter sido realizado pelo Emir Kusturica. Isto é um elogio...
Ontem a sorte bateu-me à porta. Ia eu ao cimena pronto para ver o filme «O atalho» quando reparo que ia ser a ante-estreia do filme «A viagem do director». A senhora da bilheteira diz-me "hoje não dá para ver o filme O atalho" (é o que dá consultar os horários na net, pensei eu). Um bocado aborrecido pergunto-lhe, "posso comprar um bilhete para o filme A viagem do director?". A resposta foi, "o filme é só para quem tem convite!" Resignado viro costas ainda com o dinheiro na mão... mas a noite ainda não tinha acabado, uma alma caridosa que ouviu o meu dialogo com a senhora da bilheteira educadamente diz-me o seguinte, "eu tenho dois convites e só preciso de um, se quiser dou-lhe o meu!" Levantei a cabeça, arregalei os olhos e agradeci. Ingenuamente peguei no dinheiro e disse-lhe, "quanto é?" A esta pergunta a caridosa senhora respondeu, "não e nada é um convite..." Quero desde já agradecer à ilustre desconhecida que me ofereceu o bilhete para a ante-estreia, obrigado...
O director de Recursos Humanos (Mark Ivanir) de uma das melhores e mais conceituadas pastelarias de Jerusalém está a viver um momento muito delicado: a sua mulher abandonou-o, perdeu o relacionamento com a filha e o seu emprego só lhe traz aborrecimentos. Quando uma das suas empregadas, emigrante romena, morre num atentado suicida na própria pastelaria onde trabalhava, ninguém vem reclamar o corpo. Acusado de impiedade e desinteresse pelos seus funcionários, é pressionado a levar o cadáver da mulher para o país natal desta e entregar o caixão à família.
Na longa jornada de Israel a uma aldeia remota na Roménia, na companhia do cadáver, ele vai conhecer outras realidades, descobrindo uma nova vida.
Uma comédia dramática realizada por Eran Riklis ("Lemon Tree", "The Syrian Bride"), que adapta a obra "A Woman in Jerusalem", escrita por A. B. Yehoshua. PÚBLICO
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