"Afastar muitos para longe do rebanho, foi para isso que eu vim!" Nietzsche

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A entrevista ao Ministro das Finanças Vitor Gaspar foi ridicula. Dois tontinhos durante 45 minutos e não saiu nada. O tema era sério, mas dei por mim a rir devido ao espectáculo cómico/ridiculo que foram as respostas do ministro...

Mais um "político profissional", mais um que deve "conhecer bem o país real"...



João Pinho de Almeida actualmente deputado, secretário-geral do CDS/PP, foi Vice-presidente do Grupo Parlamentar dos populares, foi Secretário da Mesa das Comissões de Educação, Ciência e Cultura e Acompanhamento do Euro 2004 e também membro de várias Comissões Permanentes: Trabalho e Assuntos Sociais; Ética e Inquérito a Benfica, SAD. Foi também Presidente da Juventude Popular. Alguém lhe conhece um emprego a sério?...

Novo anúncio da EDP, que bonzinhos que eles são...



Desafio-vos a tentarem descobrir uma barragem neste anúncio!!!...

NOVAS BARRAGENS VÃO CUSTAR TRÊS DÉFICES. Obrigado António Mexia e restante Gang...


Há tempos que ando a falar sobre isto, finalmente uma noticia que informe os Portugueses das COLOSSAIS CALOTES que andam por ai...


Quase três vezes o défice de Portugal é quanto o Estado vai pagar à EDP e à Iberdrola, as concessionárias das futuras barragens na bacia do Douro, durante os próximos 70 anos. Um “desastre económico, social e ambiental”, que é como define uma dezena de grupos ecologistas e locais que enviaram à ‘troika’ um estudo que demonstra por que é que o “Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) deveria ser imediatamente suspenso e revogado”.

As concessionárias das futuras barragens vão produzir “metade da energia prevista” no plano, com o dobro do investimento pedido, mediante o pagamento anual de um subsídio do Estado de 49 milhões de euros e ainda de 20 mil euros por megawatt produzido, assegurado pela lei da “Garantia de Potência”, que o ex-ministro Mira Amaral apelidou de “escandalosa” e recomendou “acabar, sob pena de ficar inviabilizada qualquer recuperação económica do país”.

Além do que sairá do Orçamento do Estado, as famílias também contribuirão para as barragens, pagando “mais 10% de electricidade para subsidiar as construções”.

“Isto é uma fraude sobre o Estado e sobre os cidadãos portugueses”, resume João Joanaz de Melo, presidente do GEOTA, um dos signatários da missiva à ‘troika’ e autores do estudo, que aguarda a sensatez vinda de fora para salvar o país.

“Positivo é o facto de ainda ninguém ter desmentido a nossa exposição, a ‘troika’ já ter começado a questionar o Governo sobre as barragens e o actual Ministério da Economia e o do Ambiente terem-nos dito que estão preocupados com este assunto e que estão a estudar o problema”, revelou a mesma fonte, apontando que “é preciso que a opinião pública reaja e faça parar as barragens, como aconteceu com Foz Coa”.

O défice nacional era de 6.687 milhões de euros, em Agosto passado. Durante as concessões das barragens, um total de 16 mil milhões de euros serão pagos às empresas de electricidade, que produzirão apenas 0,5% da energia consumida em Portugal, representam só 2% do potencial de energia que poderia ser obtida através de um programa de eficiência energética e respondem por 3% do aumento das necessidades energéticas do país.

“Se fossem feitos investimentos para obter uma eficiência energética equivalente ao que as novas barragens vão produzir, as contas de electricidade baixariam 10%.

Mas, se fossem feitos investimentos com vista a obter o potencial máximo de eficiência energética, as contas dos consumidores baixariam 30%”, explica o estudo enviado à ‘troika’. Os investimentos em causa, na versão mais intensiva e dispendiosa, rondariam os 410 milhões de euros e teriam retorno em menos de três anos.

Além dos efeitos económicos, as barragens têm demonstrados prejuízos para o património natural e cultural e para a economia da região. “Ao contrário do que diz a propaganda oficial, as barragens geralmente não geram desenvolvimento local. Criam empregos na construção, mas muito menos do que noutros tipo de investimento, e apenas temporariamente. Por exemplo, projectos de eficiência energética ou de renovação urbana beneficiam toda a economia (famílias, Estado e instituições privadas, pequenas e grandes empresas) e geram cerca do dobro de empregos por milhão de euros investidos, em comparação com barragens ou outras grandes obras públicas”, argumentam.

A quem é que aproveita o crime?”, questiona Joanaz de Melo. “Estas decisões não foram tomadas no interesse público, mas é do interesse público parar o programa nacional de barragens. Temos de parar este desastre”, concluiu.

Ignorados:

A Comissão Europeia alertou o Governo português para os “sérios impactos ambientais”, no caso dos estudos efectuados no âmbito das barragens do Baixo Vouga e de Foz Tua, que “violam a legislação europeia, incluindo a Directiva dos Habitats e a Directiva da Qualidade da Água”. O Governo invocou o interesse nacional para anular a lei comunitária.

O parecer do Instituto Marítimo-Portuário, invocando ameaças reais à navegabilidade do Douro, andou “desaparecido” no estudo de impacto ambiental, pelo que, segundo Manuela Cunha, do Partido Os Verdes, “não ficaram acauteladas responsabilidades e ficou a EDP isenta de pagar as obras que venham a ser necessárias para garantir a navegabilidade”.

Em época de contenção de custos, há subsídios e concessões negociados no passado que podem vir a hipotecar o futuro de Portugal - novamente

Consegues ver as diferenças???...


Imagem "surripiada" desse Grande Blog "We Have Kaos In The Garden"...

TODOS NÓS TEMOS ZECA AFONSO NA VOZ... "OS VAMPIROS"...

TODOS NÓS TEMOS ZECA AFONSO NA VOZ...

sábado, 15 de outubro de 2011

Está dito...

A crise não assiste a todos...



 "Oferecendo-me a Passos Coelho" por Ferreira Fernandes (jornalista do DN)

Frase terrível e magnífica aquela de abertura da comunicação ao País, ontem: "Não preciso de vos dizer..." Ui, aquilo anunciava o fim do subsídio de férias para o ano... Enganei-me: foi o subsídio de férias e o de Natal. E mais, e mais... Passos Coelho permitiu-se aquela frase porque logo que tomou posse disse que viajaria de avião em turística e de carro próprio para Massamá. Isto é, que está como nós, no mesmo barco da crise. Como bom português esqueci-me, depois, de lhes controlar a aplicação, mas como bom português gostei das medidas humildes. Sempre gostei de políticos que valorizam os exemplos pequeninos. Sobre as grandes catástrofes ontem anunciadas não me pronuncio - é tão fácil acreditar que elas são boas (porque inevitáveis) ou más (porque reproduzem a recessão), que não convenço ninguém. Eu gostava, mesmo, era de convencer Passos Coelho a não abandonar aquela ideia de nos convencer de que os governantes estão no nosso barco. Por exemplo, ele tem dois colegas no Governo, Miguel Macedo (ministro da Administração Interna) e José Cesário (secretário de Estado das Comunidades Portuguesas) , com casa própria em Lisboa, mas que, por serem da província, recebem subsídio (1150 euros/mês) de alojamento. Tudo legal, eu sei, mas também os subsídios de férias e Natal de outros portugueses eram legais e acabaram. Coisinha pouca (poupavam-se 2300 euros/mês), eu sei, mas seria exemplar. Se Passos Coelho me ouvisse, eu comprometia-me, cada semana, a custo zero por causa da crise, a dar-lhe um bom exemplo.








sexta-feira, 14 de outubro de 2011

E no dia 13 de Outubro, dia do aparecimento de Nossa Senhora de Fátima, o que nos apareceu foi a visão do Inferno...

Até quando é que nos vamos manter serenos?...


Discurso de Salgueiro Maia na madrugada de 25 de Abril de 74, parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém:

"Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!"

Eles já aderiram à manifestação dos Indignados, e tu?...

A Inevitabilidade é uma cena que a mim não me assiste...

Se estás INDIGNADO, aparece...

sábado, 8 de outubro de 2011

Dia 11 de Novembro estreia o novo filme do Grande Clint Eastwood, com Leonardo DiCaprio no papel de J. Edgar Hoover. Acho que é desta que DiCaprio ganha o óscar...



J. Edgar Hoover foi o primeiro diretor do FBI, cargo que exerceu entre 1935 e 1972. Responsável pela modernização e eficácia de toda a máquina de investigação da organização, Hoover tornou-se uma figura polémica pelo imenso poder que acumulou, com dossiers detalhados sobre as mais diversas figuras, que terá usado para chantagear até mesmo os mais influentes líderes políticos.


Dustin Lance Black, oscarizado por «Milk», é o autor do argumento de «J. Edgar», que deverá focar-se não só no percurso político de Hoover mas também na sua vida secreta de homossexual.

Realizado por Clint Eastwood, o filme é protagonizado por Leonardo DiCaprio no papel de J. Edgar Hoover, Armie Hammer como Clyde Tolson (diretor associado do FBI), Naomi Watts como Helen Gandy (secretária de Hoover), Jeffrey Donovan como Robert F. Kennedy, Judi Dench como a mãe de Hoover e Josh Lucas como Charles Lindbergh.