Imagem retirada do henricartoon.blogs.sapo.pt
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Nacionalizar para beneficiar o país é mau! Mas "nacionalizar" a BANCA e fornicar os Portugueses é bom?...
E eu a pensar que o malta da BANCA era contra a nacionalização e contra o Estado intervir, afinal andava enganado.
PS: nacionalização está entre aspas, porque não se trata de uma verdadeira nacionalização. Ou seja, o Estado dá o dinheiro (12 mil milhões de euros, que nós é que vamos pagar) à BANCA, mas principalmente não é uma nacionalização porque o Estado continua a não interferir nos seus negócios. Resumindo: o Estado dá-lhes o dinheiro que é nosso, mas não é uma nacionalização porque o Estado não vai ter o controlo sobre as administrações bem como do seu modus operandi. Basicamente vamos dar-lhes buéda dinheiro para eles fazerem o que quiserem, ou seja, fazerem o que fizeram até agora... ENRIQUECER...
Jerónimo de Sousa o primeiro político no Alta definição, será por acaso...
Para veres uma entrevista simplesmente fantástica de alguém que verdadeiramente lutou e luta por Portugal. Por um Portugal melhor, mais justo e para todos clica aqui
Digam lá se não é uma ideia brilhante e espectacular do governo do Pedro Passos Coelho. Mas a malta é serena e gosta de pagar para que meia dúzia ande bem na vida…
Hoje na AR estão a discutir o orçamento de estado para 2012 na especialidade. E ficamos a saber que 12 mil milhões de euros que o FMI emprestou a Portugal são só e exclusivamente para a BANCA. Confuso? Eu passo a explicar…
Por um lado o governo de Pedro Passos Coelho diz-nos que o Estado é muito grande e que temos que privatizar empresas (para entrar mais dinheiro nos cofres) como a EDP, Galp, Águas de Portugal, Telecom… todas estas estrategicamente importantes para que Portugal mantenha o controlo sobre por exemplo, a energia e a água consumida pelos portugueses. Outras como por exemplo a TAP, CP também elas importantes mas que infelizmente dão prejuízo. Mas o que se pretende é privatiza-las.
Em relação aos 12 mil milhões de euros exclusivos para que a BANCA não se descapitalize é outra história. Primeiro o governo de Pedro Passos Coelho (PPC) vende ao desbarato os poucos anéis que o nosso país ainda tem. Mas a BANCA que é PRIVADA o governo do PPC dá-lhes 12 mil milhões de euros do FMI, mas quem paga somos todos nós. Ou seja, o dinheiro vai para a BANCA e nós pagamos. No fundo é uma” NACIONALIZAÇÃO” (pegar em dinheiro público e injectá-lo numa empresa privada). Os poucos trunfos que temos vendemos, PRIVATIZAMOS. A BANCA está aflita e o governo do PPC ” NACIONALIZA” algo que não vai trazer benefícios, lucros para os contribuintes portugueses/Estado Português. A BANCA que paga menos impostos que qualquer contribuinte vai receber 12 mil milhões de euros e nós que descontamos cada vez mais, para termos cada vez menos é que lhes pagamos os 12 mil milhões de euros. O funcionário público que trabalha 40 horas semanais e recebe 600 euros por mês sacam-lhe metade do 13º mês e metade do 14º mês, mas a estes senhores nada lhes é pedido. Mas isto ainda se torna mais caricato.
Imaginemos que eu tenho um negócio de alheiras ou de robalos e que infelizmente o negócio está mal e estou sujeito a falir. O que é que eu faço? Para manter o negócio vendo algum património que tenha, passo andar de transportes públicos em vez de andar de carro, deixo de comer nos restaurantes, se fumo deixo de fumar, etc. Mas a BANCA não! Recebe 12 mil milhões de euros, que nós temos que pagar, mas mantém o mesmo "estilo de vida" (carros, telemóveis, viagens, jantaradas, cartão de crédito, ordenados principescos, ajudas de custo, patrocina jogos de golfe…) e ainda pagam dividendos aos accionistas. Se pagam dividendos é porque têm lucro! Se calhar se o negócio vai mal em vez de se pagar os dividendos aos accionistas, têm que se lhes explicar que o dinheiro em vez de ir para os bolsos, deve ficar no banco para que ele possa fazer frente ao problema. Ou seja, não cortam nas suas despesas, nem vendem o seu património pessoal para manter o seu negócio, porque vão receber 12 mil milhões de euros que nós é que vamos pagar. Mas o exemplo mais ridículo é alguém ter um empréstimo num desses bancos, que todos os meses tem que pagar a mensalidade e ainda lhes vai pagar uma parte dos 12 mil milhões de euros. Ou seja paga duas vezes. Eu com o meu negócio de alheiras ou de robalos tenho que vender o meu espólio e mudar de estilo de vida para manter o meu negócio. A BANCA mantém tudo na mesma e recebe 12 mil milhões de euros que nós pagamos.
Resumindo:
PRIVATIZAR: EDP, GALP, TAP, ÁGUAS DE PORTUGAL, TELECOM (importantes para a soberania de Portugal)
“NACIONALIZAR”: BANCA (coitadinhos estão aflitos)
CUSTO DESSA “NACIONALIZAÇÃO”: 12 MIL MILHÕES DE EUROS.
QUEM PAGA O CUSTO DESSA “NACIONALIZAÇÃO”: OS MESMOS DE SEMPRE, NÓS
VANTAGENS PARA OS CONTRIBUINTES PORTUGUESES/ESTADO PORTUGUÊS: NENHUMA
CONCLUSÃO: a BANCA recebe os 12 mil milhões de euros e nós pagamos. Perdemos pontos estratégicos da nossa soberania, cortam na saúde, educação, apoios sociais, temos que mudar de estilo de vida, empobrecer e abandonar o conforto das nossas fronteiras (emigrar). E a BANCA mantém-se à grande e à portuguesa.
Digam lá se não é uma ideia brilhante e espectacular do governo do Pedro Passos Coelho. Mas a malta é serena e gosta de pagar para que meia dúzia ande bem na vida…
domingo, 20 de novembro de 2011
Sei que já passou mas mesmo assim. Este mês de Novembro, no dia 16, José Saramago cumpriria 88 anos. Fazes tanta falta...
Na agenda de 2011 do José Saramago, pode ler-se uma frase diferente no início de todas as semanas. E do dia em que nasceu, dia 16 de Novembro está escrito o seguinte:
"Tudo o que fiz foi plena consciência de um ser humano que busca relatar a sua identidade. Preciso indagar que diabos estou fazendo aqui na vida, na
sociedade e na história."
PS: fazes tanta falta Saramago...
Gente da minha terra...
Ontem enquanto caminhava pela cidade, passei pelo Monumental por volta das 22:30, e reparei que o vidrão tinha um desenho do "Senhor do Adeus" (embora ele afirmasse que acenava para dizer olá e cumprimentar as pessoas que passavam, ficou conhecido como o Senhor do Adeus, ironias). Achei simpática a ideia de colocar naquela zona esta espécie de tributo a este ícone de Lisboa, que tantas vezes o viu acenar e cumprimentar as pessoas, porque queria dar alegria aos outros. Mas perto deste vidrão, alguém começou a gritar "eles estão a chegar!". Rapidamente começaram a aparecer pessoas vindas de várias direcções, cerca de 60, que se colocaram numa fila ordenada e aguardaram que chegasse a sua vez de receber uma refeição quente naquela noite fria de Lisboa. Já tinha visto aquela cena repetir-se incontáveis vezes, mas hoje era diferente... olhei com mais atenção e reparei que havia casais e alguns deles com filhos que não deviam ter mais de 7 anos e muitos deles bem vestidos. As "carências alimentares" ou "subnutrição” como agora gostam de chamar à fome, começa a chegar a outras camadas da sociedade. Já não são só os apelidados “vagabundos”, “sem-abrigo”, que se alimentam da bondade de algumas almas caridosas, também outros que nunca pensaram ter que se colocar em fila, numa rua nobre da cidade ao frio e receber, quem sabe, a sua primeira e única refeição do dia. Mas mesmo no meio deste drama, a resiliência e a esperança de que melhores dias virão, alguém diz em tom irónico "eu quero comer um bocado de paté ou de caviar"...
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Grande Sound System (30)... Sérgio Godinho "Liberdade"...
Viemos com o peso do passado e da semente
Esperar tantos anos torna tudo mais urgente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
Vivemos tantos anos a falar pela calada
Só se pode querer tudo quando não se teve nada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
Vale mesmo, mesmo, mesmo apena ver, escutar e reflectir...
Eduardo Galeano • Sangue Latino from Breno Cunha on Vimeo.
PS: obrigado M. por este presente, gostei imenso...
Eles começam aparecer (1)...
“A bem da Nação”, a informação emitida pela RTP Internacional deve ser “filtrada” e “trabalhada” pelo Governo, defendeu João Duque. Um tratamento que, acrescentou, “não deve ser questionado”. "Se [o Governo] quiser manipular mais ou manipular menos, opinar, modificar, é da sua inteira responsabilidade, porque estamos convencidos [de] que o faz a bem da Nação, porque foi sufragado e foi eleito para isso."
Controlo e filtragem sobre a informação não é nada de novo e há muito que é feito. Agora, esse controlo não deve ser questionado, ao som do velho chavão salazarento do "a bem da nação". A justificação é, a promoção de Portugal através da imagem ou do som deve ser enquadrada numa visão de política externa e portanto quase que sob a orientação ou em contrato de programa com o Ministério dos Negócios Estrangeiros”. Como imagino que também devia gostar de colocar os blogs e o Facebook sob orientação do Ministro, o melhor é não questionar, a bem da nação.
PS 1: texto retirado do blog "We Have Kaos In The Garden"
PS 2: se um dia formos ao Peter cafe sport na Expo e virmos o Sr João Duque, lembrem-me de o mandar pró c******...
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Proibido continuar a virar à direita...
"(...)fracasso é preciso evitá-lo evitando que se siga esse desastroso caminho. O PSD e o CDS têm a maioria absoluta ainda mais com a estranha "abstenção violenta" do PS, mas sabendo que a legitimidade deste governo há muito foi desbaratada nas mentiras do Passos Coelho, há que fazer na rua aquilo que esta democracia podre não deixa fazer no Parlamento. Impedir este Orçamento de ser aprovado e este governo de conduzir este país de austeridade em recessão obrigando a mais austeridade que só pode agravar ainda mais a recessão, numa espiral de miséria e pobreza, é essencial. É na rua que o podemos fazer, exigindo uma nova forma de democracia mais directa e mais participativa em que os metirosos sejam corridos e os corruptos castigados".
PS: retirado do blog We Have Kaos In The Garden
EXPLOITED -Politicians...
Left this country in a mess
No one is guilty they're innocent of theft
Stabbed us in the back and stole our pride
They put you on the dole que they took you for a ride
I HATE
YOU HATE
WE ALL HATE
POLITICIANS
Financed murder from the tax you paid
They never listened to a word you said
Left us in poverty they left us in pain
The govt. are wankers and Maggie's insane
I HATE
YOU HATE
WE ALL HATE
POLITICIANS
Now is the time to stand up for your rights
Unemployed unite and get ready for the fight
The army the police - politicians too
When they see you coming in they just won't have a clue
I HATE
YOU HATEWE ALL HATE
POLITICIANS
É só para relembrar...
Árvore Genealógica Skinhead
Tenho andado constipado e depois de me ter assoado, de uma forma vigorosa, tive o seguinte pensamento. Será que tenho verdades absolutas?
Resolvi proceder a uma cena que está na moda, chama-se introspecção… bolas até custa a dizer. Coloquei numa folha todas as minhas verdades absolutas que por acaso davam consistência aos meus preconceitos/juízos de valor.
A homossexualidade é uma doença;
Um homem que tenha muitas namoradas é garanhão, se for uma mulher a ter muitos namorados é puta;
Só os drogados e os homossexuais é que apanham sida;
As hemorróidas apanham-se nos acentos quentes dos transportes públicos;
Os políticos só pensam nos interesses do país e dos cidadãos que eles representam;
As prostitutas, são prostitutas porque querem;
Os comunistas comem criancinhas;
Não existe fome em Portugal;
Tanto os ricos como os pobres, têm o mesmo acesso à saúde e à educação;
Na loja dos chineses tiram-nos os órgãos;
O F.C.P nunca foi beneficiado pelos árbitros;
Os Skinheads são racistas, neo-nazis e fascistas. E o movimento nasceu na Alemanha ariana.
Tinha finalmente escrito todas as minhas certezas absolutas, que davam consistência aos meus preconceitos/juízos de valor.
Mas vejam lá o azar pá, estava já sentado a beber uma imperial, quando vejo uma revista com um título de uma reportagem em letras garrafais, que dizia, a verdadeira origem do movimento Skinhead… vi logo que o dia ia começar mal! Lancei-me à revista, como um cão a um osso, impaciente por saber se a minha verdade absoluta era consistente…
“Nos dias de hoje, compreende-se por “skinhead” um marginal racista que luta por ideais de extrema-direita. Esta injustificada acepção foi nos dada pela comunicação social e por grupos de “neo-nazis” que resolveram adoptar o estilo skin sem se preocuparem em conhecer as suas origens.
Estamos na Jamaica em 1962, depois de largos anos de domínio imperialista britânico que deixaram este país na miséria, a Jamaica teve finalmente a sua independência. Os jovens deparam-se então com uma vida sem futuro e migram para as cidades, assim surgiram os guetos de Shanty Town e Trencttown onde se formavam gangs de jovens delinquentes, pistoleiros e traficantes de marijuana. Dos guetos surgem também novos ritmos influenciados pelo Jazz e Rhytm&Blues, primeiro o Ska (música skinhead por excelência), depois o RockSteady e mais tarde o Reggae.
Como não havia trabalho na Jamaica, alguns grupos populacionais partem para os subúrbios operários ingleses, onde se começam a relacionar com jovens britânicos, sobretudo com os Hard-Mods, pois estes eram apreciadores de R&B e Soul. Assim, a partir de 1965-66, estes jovens que tinham produzido a inovadora cultura modernist - ou pelo menos os não homologados na swinging London de Mary Quant e do psicadelismo - reagem à crise económica e à cada vez mais evidente exclusão social, tomando uma atitude estética mais agressiva que realçasse a sua condição de subalternidade social. Distantes dos excessos consumistas publicitados pelos massmedia, os Hard-mods criam o seu estilo com um casacão parka, um pólo fred-perry e um corte de cabelo cada vez mais curto contrastando com o penteado “à francesa” dos Trendy Mods. Devido à sua condição social, estes jovens acabam por se reapropriar do contexto original da working class: as ruas do bairro, o pub da esquina e o campo de futebol local. Outros viajam como penduras nas scooters dos amigos mais afortunados.
Quando Desmond Dekker chega a Inglaterra numa digressão para promover sucessos como “007”, actuando em pleno uniforme rude, camisa Fred Perry o fenómeno generaliza-se, e são as influências destas duas culturas (Hard-Mods e Rude-Boys) que fazem nascer o movimento SKINHEAD. Botas, suspensórios finos, cabelos curtos, scooters, roupa com estilo e música negra é o que domina o espírito de 69, Rude-Boys e skins negros e brancos influenciados pela cultura operária inglesa e pela cultura jamaicana. O movimento original Skinhead teve uma curta mas intensa existência (mais ou menos até 1972). Esta situação deveu-se à evolução musical e à associação que os massmedia faziam deste movimento com a violência.Foi preciso esperar quase uma década para que a cultura skinhead ressurgisse. Mas desta vez os skinheads vieram à luz abraçando a música Punk e a 2ª vaga do Ska que ficou conhecido por 2 tone. As culturas Punk e Skin vão ser muito importantes uma para a outra. O Punk que é uma cultura “irmã” e que estava bastante ligada aos filhos da classe operária, vai ajudar o skin a revitalizar-se; e por outro lado o Skin vai ajudar o Punk, que se estava a tornar numa cena muito comercial em direcção à new wave, a voltar para as ruas agora num estilo 100% operário, paralelo ao Punk, mas mais radical nas suas críticas contra o sistema social estabelecido, este novo género musical foi rotulado de “OI!” que por sua vez era o grito de rebeldia da classe operária.
Assim o movimento volta a ganhar aquela “negritude” que se perdera nos anos Setenta, e que deixara um vazio tal que induziu alguns skins a repudiar as suas próprias origens e a aderir as teses racistas, tão caras à cultura dominante, de grupos neo-nazis como o National Front. Infelizmente esta segunda onda de skins, finais dos anos 70 e início dos anos 80, foi infiltrada por racistas e fascistas. Estes Boneheads (nome dado aos skins nazis) levaram a opinião pública a pensar que todos os skinheads são racistas.
Aproveitando, uma fase de modernização industrial que afectou sobretudo a classe operária, alguns partidos fascistas ingleses como o National Front (N.F) que mais tarde deu origem ao British National Party (B.N.P), tentaram fazer crer que a culpa das dificuldades por que passava a classe trabalhadora, eram dos imigrantes. Esta velha história da carochinha, que põe sempre os imigrantes como os primeiros culpados de qualquer crise económica fez com que alguns skins e até punks, fossem recrutados para as fileiras do Young Nacional Front. Esta falsa imagem passada pela comunicação de que todos os Skinheads eram neo-nazis alastrou a toda a Europa. Para travar esta ascensão politica de extrema-direita, nascem por volta de 1984/86 na França, os Redskins em redor da banda Bérurier Noir para que se criasse uma espécie de serviço de segurança que se encarrega de proteger os festivais e impedir os “fachos” de entrar.
Em 1985 um grupo de skins nova-iorquinos decide criar a S.H.A.R.P –SkinHeads Against Racial Prejudice- que em português significa skinheads contra o preconceito racial, cujo principal objectivo era difundir a autêntica cultura skinhead e banir a politica e o racismo da cena Skinhead.
A finais de 1993 como consequência de um incidente provocado por supostos membros da S.H.A.R.P., cria-se em Nova Iorque a R.A.S.H. (Red & Anarchist SkinHeads) formada por skinheads anarquistas e comunistas, renunciando ao apoliticismo da S.H.A.R.P.A maioria dos skinheads, a nível mundial, podem não ser anjinhos, e fazem questão de não o ser, mas não são racistas nem nazis. Nem tão pouco são militantes comunistas ou anarquistas, a cultura skinhead não tem como objectivo a praxis política.”
Bem se os Skinheads não são racistas e até têm origens na Jamaica…! Queres ver que as outras verdades absolutas que eu tenho e que davam consistência aos meus preconceitos/juízos de valor, são falsas. Queres ver que eu afinal vou ficar sem preconceitos, nem vou fazer mais juízos de valor?! Era preciso ter muito azar para nenhuma ser verdadeira…!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Em vez de ter a bandeira de Portugal em forma de pin na lapela do casaço, devia era ter Portugal no coração...
É curioso que Pedro Passos Coelho nunca andou com um pin de Portugal na lapela do casaço. Mas desde há algum tempo decidiu fazê-lo (ou a sua assessora de imagem Marta Sousa cujo vencimento é de 3.653,81 euros, aconselhou-o). Se o amor à Pátria se medisse por isso...
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