segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Podes ver aqui o excelente documentário "Pare, Escute e Olhe". Vê e percebe o que é que o novo Plano Nacional de Barragens provoca e o que é que os nossos governantes/gestores de topo são capazes de fazer à população para ganhar milhões. Podes também perceber porque é que uma linha inaugurada em 1878, só em 2008 é que acontece o primeiro de vários acidentes sendo que houve uma vítima mortal. Vê o documentário e tira as tuas próprias conclusões...
Sabia que dentro de poucos anos Portugal vai ter a electricidade mais cara do mundo, devido ao novo Plano Nacional de Barragens e aos parques eólicos. Feitas as contas estas novas barragens vão produzir 0% de energia líquida, mais à frente explicamos como se chega a este valor. No entanto o Estado comprometeu-se dar às concessionárias hidroelécticas 49 milhões de euro por ano haja ou não produção. Confuso? É natural estas são algumas das verdades pouco divulgadas no novo Plano Nacional de Barragens. Uma excelente peça realizada pela RTP 2, aquele canal que este governo quer extinguir. Por que será...?
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
Eu sou a favor da Dívida Odiosa e Tu? Auditoria às contas públicas já...
À luz da lei internacional dívida odiosa é uma teoria legal que sustenta que a dívida nacional incorrida por um regime político, com propósitos que não servem os interesses de uma nação, não deve ser compulsória. Portanto, segundo esta doutrina tais dívidas são consideradas como dívidas pessoais de um regime que nelas incorreu e não dívidas do estado. Em alguns aspectos, este conceito é análogo à invalidez de um contrato assinado sob coerção.
A doutrina foi formalizada em 1927 num tratado de Alexander Sack, um jurista russo especializado em finanças públicas, professor de direito internacional na Universidade de São Petersburgo e, depois de 1921, em universidades da Europa e dos Estados Unidos. Baseou-se em precedentes do século XIX incluindo o repúdio da dívida do México incorrida pelo regime do Imperador Maximiliano, e a recusa dos Estados Unidos da América da responsabilidade de Cuba por dívidas incorridas pelo regime colonial de Espanha.
De acordo com Sack:
Quando um regime déspota contrai uma dívida, não para as necessidades ou interesses dum estado, mas em vez disso para reforço pessoal, para suprimir a inssureição popular, etc, esta dívida é odiosa para o povo e todo o estado. Esta dívida não obriga a nação; é uma dívida do regime, uma dívida pessoal contraída pelo governante, e consequentemente ela cai com o regime. A razão pela qual estas dívidas odiosas não podem ser ligadas ao território do estado reside no incumprimento de uma das condições que determina a legalidade das dívidas do Estado, nomeadamente que estas dívidas devem ser incorridas, e os dividendos usados, para satisfação das necessidades e interesses do Estado. As dívidas odiosas, contraídas e utilizadas para fins que, com o conhecimento do emprestador, são contrários aos interesses da nação, não obrigam a nação – quando sucede que o governo que as contraiu é derrubado – excepto quando a dívida está nos limites das reais vantagens que estas dívidas possam ser suportadas. Os emprestadores cometeram um acto hostil contra o povo, e não podem esperar que a nação que se libertou de um regime déspota assuma tais dívidas odiosas, que são dívidas pessoais do antigo governante.
sábado, 11 de agosto de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Ministro que "tirou" licenciatura num ano, 4.500 euros. Motorista do mesmo ministro sem licenciatura, 2448 euros. Enfermeiro com licenciatura de quatro anos da ARS Lisboa e Vale do Tejo, 300 euros mês. Não sei como é no resto do mundo, mas em Portugal é assim...
Eu acho que esta história do Miguel Relvas é uma oportunidade para todos aqueles que pensam tirar uma licenciatura, ou para aqueles que pensam tirar uma segunda licenciatura. E Miguel Relvas deu-nos essa informação de borla.
1º vai-se para o curso de Direito e durante esse ano lectivo fazemos uma única cadeira e basta simplesmente tirar 10 valores, nem mais nem menos.
2º pedimos transferência para o curso de História, sendo que nesse ano lectivo nem uma cadeira temos que fazer. Ou seja passamos um ano inteiro a tirar a vaga a outro aspirante ao curso de História.
3º esperamos 20 anos e vamos para a Universidade Lusófona e fazemos a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais num único ano, pois são-nos dado muitas equivalências devido à experiência que adquirimos no curso de Direito (em que fizemos uma única cadeira com 10 valores) e no curso de História (onde não tivémos que fazer uma única cadeira).
4º basta sermos filiados no PSD e desejar que o novo melhor amigo tenha sido líder da juventude social democrática e que depois seja Primeiro Ministro, para que nos arranje um emprego onde ganhemos 4500 euros por mês. Sendo que temos direito a bonús... aparecemos todos os dias na TV e jornais com histórias mirabolantes, onde pressionamos jornalistas, enxuvalhamos a liberdade de expressão e usamos os serviços secretos para cuscar e devaçar a vida privada dos outros. E sabem o melhor? É que nos pagam 4500 euros, podemos dizer todas as alarvidades que nos veêm à cabeça, temos carro, motorista, tratam-nos por senhor ministro e por mais m#### que façamos o nosso amigo Primeiro Ministro não nos despede, e se alguém lhe perguntar sobre a nossa licenciatura, ele responde "isso é um não assunto". Amanhã vou já inscrever-me no curso de Direito e filiar-me no PSD...
quinta-feira, 28 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Como podem os portugueses ser bons a matemática, se o ministro das Finanças se engana nas contas. Nuno Crato ficou de lhe dar explicações...
A taxa de desemprego segundo as contas do ministro das finanças Vitor Gaspar seria de 14,5%, mas afinal é de 15,5%. Vitor Gaspar diz que é um bocadinho mais do que as contas que tinha feito. Realmente 1% parece pouco, mas se soubermos que esse 1% corresponde a cerca de mais 80 mil desempregados a coisas mudam de figura. Realmente a matemática é um problema dos portugueses em geral, mas é um problema em particular dos governantes que já passaram pelo poder e em especial do nosso ministro cobrador Vitor Gaspar. Nuno Crato já se ofereceu para lhe dar explicações...
quarta-feira, 30 de maio de 2012
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