sábado, 22 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Estreia hoje o novo filme de Woody Allen intitulado "Para Roma com amor”, que se desenrola em Roma. Entrevistado por um jornalista português, foi-lhe colocada a questão para quando um filme passado em Lisboa. Woody Allen respondeu que um filme passado em Lisboa teria que ser uma história romântica ou de espiões. Se for um filme sobre espiões, eu já sei quem é que Woody Allen pode escolher para os papéis principais. Miguel Relvas e Jorge Silva Carvalho parecem-me perfeitos…
terça-feira, 18 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Dei por mim a pensar no escritor George Orwell, que escrevera entre 1947-48, um excelente livro com o título 1984. Comecei a folhear e a ler algumas frases que tinha sublinhado há vários anos atrás... e continua actualizado. A expressão/conceito do Big Brother (o grande irmão) foi criada por este escritor. Se ainda não leram, não sabem o que andam a perder...
“Nada dos pertencia, excepto os poucos centímetros cúbicos
dentro da nossa cabeça”
“Se alguma esperança havia, tinha que residir nos proles,
pois só deles, desse imenso e desprezado formigueiro (…) podia alguma vez
brotar a força para destruir o Partido. (…) Mas os proles, se de algum modo
chegassem à consciência da sua própria força, não precisariam de conspirar.
Bastava-lhes erguerem-se e sacudirem-se como um cavalo sacode as moscas. Se
quisessem, podiam reduzir o Partido a coisa nenhuma já amanhã. Com certeza,
tarde ou cedo, lembrar-se-iam de o fazer…”
“Enquanto não tomarem consciência não se revoltarão, e
enquanto não se revoltarem não poderão tomar consciência”
“O Partido dizia às pessoas para rejeitarem a evidência dos
seus olhos e dos seus ouvidos”
"De facto, se todos tivessem igual acesso ao lazer e à
segurança, a grande maioria dos seres humanos, que normalmente vivem
embrutecidos pela pobreza, instruir-se-iam e aprenderiam a pensar pela própria
cabeça; a partir daí, cedo ou tarde concluiriam que a minoria privilegiada não
desempenha qualquer função, e acabariam com ela”
“Só há quatro maneiras de um grupo dominante perder o poder.
Ou vencido do exterior, ou governa de modo tão pouco eficiente que as massas
acabam na revolta, ou permite que se forme uma classe Média forte e
descontente, ou perde a confiança em si próprio e a vontade de governar”
“A essência do princípio oligárquico não reside na
transmissão de pai para filho, mas na permanência de uma certa visão do mundo e
certo estilo de vida, que os mortos impõem aos vivos. Um grupo dominante só é
dominante enquanto conserva a capacidade de designar os seus sucessores”
domingo, 9 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Um dos melhores filmes de guerra de sempre. Imperdível...
Depois de conversar com um amigo sobre a participação deles na Guerra do Líbano no começo da década de 80, o diretor Ari se dá conta de que há uma grande lacuna na sua memória referente àquela época. Ele resolve, então, sair em busca de seus ex-companheiros de exército israelense para reconstruir o que viveram e o que realmente aconteceu naquele período de tempo. Cada conversa lhe traz novas lembranças e imagens do horror que vivera. Feito todo em animação, é um filme que encontra uma forma interessante de relatar massacres e crueldades de conflitos no Oriente Médio. Tema extremamente forte, tratado com sobriedade e com um final chocante.
País de origem: Israel
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Podes ver aqui o excelente documentário "Pare, Escute e Olhe". Vê e percebe o que é que o novo Plano Nacional de Barragens provoca e o que é que os nossos governantes/gestores de topo são capazes de fazer à população para ganhar milhões. Podes também perceber porque é que uma linha inaugurada em 1878, só em 2008 é que acontece o primeiro de vários acidentes sendo que houve uma vítima mortal. Vê o documentário e tira as tuas próprias conclusões...
Sabia que dentro de poucos anos Portugal vai ter a electricidade mais cara do mundo, devido ao novo Plano Nacional de Barragens e aos parques eólicos. Feitas as contas estas novas barragens vão produzir 0% de energia líquida, mais à frente explicamos como se chega a este valor. No entanto o Estado comprometeu-se dar às concessionárias hidroelécticas 49 milhões de euro por ano haja ou não produção. Confuso? É natural estas são algumas das verdades pouco divulgadas no novo Plano Nacional de Barragens. Uma excelente peça realizada pela RTP 2, aquele canal que este governo quer extinguir. Por que será...?
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
Eu sou a favor da Dívida Odiosa e Tu? Auditoria às contas públicas já...
À luz da lei internacional dívida odiosa é uma teoria legal que sustenta que a dívida nacional incorrida por um regime político, com propósitos que não servem os interesses de uma nação, não deve ser compulsória. Portanto, segundo esta doutrina tais dívidas são consideradas como dívidas pessoais de um regime que nelas incorreu e não dívidas do estado. Em alguns aspectos, este conceito é análogo à invalidez de um contrato assinado sob coerção.
A doutrina foi formalizada em 1927 num tratado de Alexander Sack, um jurista russo especializado em finanças públicas, professor de direito internacional na Universidade de São Petersburgo e, depois de 1921, em universidades da Europa e dos Estados Unidos. Baseou-se em precedentes do século XIX incluindo o repúdio da dívida do México incorrida pelo regime do Imperador Maximiliano, e a recusa dos Estados Unidos da América da responsabilidade de Cuba por dívidas incorridas pelo regime colonial de Espanha.
De acordo com Sack:
Quando um regime déspota contrai uma dívida, não para as necessidades ou interesses dum estado, mas em vez disso para reforço pessoal, para suprimir a inssureição popular, etc, esta dívida é odiosa para o povo e todo o estado. Esta dívida não obriga a nação; é uma dívida do regime, uma dívida pessoal contraída pelo governante, e consequentemente ela cai com o regime. A razão pela qual estas dívidas odiosas não podem ser ligadas ao território do estado reside no incumprimento de uma das condições que determina a legalidade das dívidas do Estado, nomeadamente que estas dívidas devem ser incorridas, e os dividendos usados, para satisfação das necessidades e interesses do Estado. As dívidas odiosas, contraídas e utilizadas para fins que, com o conhecimento do emprestador, são contrários aos interesses da nação, não obrigam a nação – quando sucede que o governo que as contraiu é derrubado – excepto quando a dívida está nos limites das reais vantagens que estas dívidas possam ser suportadas. Os emprestadores cometeram um acto hostil contra o povo, e não podem esperar que a nação que se libertou de um regime déspota assuma tais dívidas odiosas, que são dívidas pessoais do antigo governante.
sábado, 11 de agosto de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
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