domingo, 1 de março de 2015
O Senhor do lado esquerdo de nome Fernando Leal da Costa e secretário adjunto do ministério da saúde foi ontem à Grande Entrevista na RTP Informação e NEGOU o caos nos serviços de urgência,afirmou que nos últimos anos aumentaram o número de camas, aumentaram o número de médicos, aumentou-se o investimento nas unidades hospitalares, entre outras "fantasias". E eu pergunto qual são as duas semelhanças entre os dois cavalheiros da fotografia??? 1º ambos são calvos, 2º ambos não têm vergonha nem pudor em mentir. Mas até ver só um está preso...
Rock Rendez Vous. É só picar e deixarem-se ir. TÊM MESMO QUE VER ESTE DOCUMENTÁRIO É ES-PE-CTA-CU-LAR!!!!!!!!!!!!!!
O documentário conta a história do mítico espaço de concertos lisboeta e tem a participação de, entre outros, Zé Pedro (Xutos & Pontapés) e Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta) .O documentário Rock Rendez Vous - A Revolução do Rock , do realizador Ricardo Espírito Santo.
O filme conta a história da mítica sala de concertos lisboeta e tem a participação de músicos como Rui Veloso, Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Xana (Rádio Macau) e António Manuel Ribeiro (UHF). Também o realizador Edgar Pêra, o fotógrafo Rui Vasco e Miguel Cadete, diretor da BLITZ, dão o seu testemunho, ajudando a contar a história do espaço nuns 60 minutos durante os quais também se podem ver imagens da época, na posse de particulares e instituições...
Rock Rendez Vous
O filme conta a história da mítica sala de concertos lisboeta e tem a participação de músicos como Rui Veloso, Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Xana (Rádio Macau) e António Manuel Ribeiro (UHF). Também o realizador Edgar Pêra, o fotógrafo Rui Vasco e Miguel Cadete, diretor da BLITZ, dão o seu testemunho, ajudando a contar a história do espaço nuns 60 minutos durante os quais também se podem ver imagens da época, na posse de particulares e instituições...
Rock Rendez Vous
Realmente Portugal está no bom caminho. Batem-se recordes todos os dias, todos os anos. Bendita crise, os portugueses agora vivem muito melhor do que há uns anos atrás. Mas só alguns portugueses..
- Vendas de carros de luxo disparam )http://expresso.sapo.pt/vendas-de-carros-de-luxo-disparam=f…)
- Número de portugueses com salário mínimo triplica desde início da crise (http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx…)
- Milionários em Portugal aumentam apesar da crise (http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx…)
- Risco de pobreza em Portugal no nível mais elevado desde 2005 (http://www.publico.pt/…/risco-de-pobreza-em-portugal-no-niv…)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
É verdade fui pai pela 2ª vez e sim é BENFIQUISTA. O mais engraçado é que quando sai do bloco de partos para apanhar um bocado de ar e aliviar o stress, eis que vejo a LUZ! À porta do elevador estava o único, o inigualável, o incomparável o homem que ficou famoso por dizer frases como "Vocês os quatro formem aí um triângulo." É Verdade, vi JESUS, JORGE JESUS, eheh. Há lá coincidências dos DIABOS. E sim BENFIQUISTA que é BENFIQUISTA tem que ter bigode. Ora vejam o TONI...
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Está em marcha a realização do último grande negocio em Portugal o SNS...
Eis uma notícia que nem necessita que se diga mais nada. Está lá a verdade deste sistema e a desumanidade desta gente. Criminosos
Saúde para todos ou só para quem pode pagar?
Observatório Português dos Sistemas de Saúde admite que há sinais de uma «agenda não universalista» no acesso à saúde, mas lembra que esta opção carece de «legitimação política explícita»
O relatório do Observatório coloca o dedo numa das várias «feridas» do Sistema Nacional de Saúde: a visão política que gere actualmente a saúde em Portugal. O relatório assume que existem «sinais de uma agenda não universalista» no acesso aos cuidados de saúde. O documento, conhecido esta terça-feira, aponta ainda o dedo ao Governo por não avaliar o impacto da crise na saúde dos portugueses e considera que as «taxas moderadoras» são «falsas».
O Relatório Primavera 2013 foi apresentado na Fundação Gulbenkian, numa cerimónia a que o ministro Paulo Macedo faltou. A presença estava prevista, mas não foi confirmada. Esta é a primeira vez, em 14 anos, que o ministério da Saúde não marca presença. As críticas do relatório, nomeadamente, aos «cortes violentos» que foram «além da troika» no sector, podem ser a causa do «desconforto» do Executivo. Mas o documento aponta ainda uma critica mais profunda.
O sistema de saúde português assenta na concepção universalista (constitucional), ou seja, «nos princípios de um seguro público de saúde: pagar enquanto se pode, de acordo com os rendimentos de cada um, para receber mais tarde quando se precisa», lê-se no relatório que explica: «Isto significa precisamente estar protegido de pagar na pior altura, quando se está doente».
A esta visão contrapõe-se uma outra alternativa política, não universalista, que consiste no recusar de um seguro público universal, ou seja, «quem pode paga, quem não pode é “assistido” pelo Estado. O relatório alerta precisamente para os sinais de existência de uma «agenda não universalista», que defende o relatório, «requer legitimação política explícita». Este é um dos factores que está a ameaçar a sustentabilidade política do SNS que sofre ainda da «ausência de uma linha clara de orientação no investimento em saúde», da «desmotivação dos profissionais» e da «insatisfação de uma população mais vulnerável com a resposta do SNS». Ainda assim, o relatório reconhece que no campo da sustentabilidade financeira, o ministério tomou diversas medidas que contribuíram para o objectivo.
Mais de que um diagnóstico das políticas do Governo em matéria de saúde, o relatório retrata também o país que temos hoje. Perante um SNS que em parte se «degrada», mas que ainda resiste, é preciso lembrar que a pobreza e o desemprego, a experiência real das pessoas, têm efeitos na saúde. Algumas das principais conclusões revelam que a crise provocou um aumento dos suicídios e das depressões e levou a que muitos portugueses [inclusive um terço dos idosos] não tenham dinheiro para comprar medicamentos, óculos ou aparelhos auditivos.
As falhas apontadas ao Governo, juntam-se também críticas ao Memorando de Entendimento. Apesar de fazerem parte da troika instituições europeias, um dos princípios do Tratado de Maastricht foi ignorado. «Um dos maiores progressos, a nível internacional, da concepção e posicionamento das políticas de saúde no conjunto das políticas públicas, foi a inscrição no Tratado de Maastricht, do princípio segundo o qual a adopção de qualquer outra política devia tomar em consideração a análise prévia dos seus impactes sobre a saúde», lembra-se...
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Nelson Mandela Day...
"Tal como a escravidão e o apartheid, a pobreza não é natural. É feita pelo homem e pode ser ultrapassada e erradicada pelas acções de seres humanos"...
Hoje comemora-se o Dia Internacional Nelson Mandela...
Pela liberdade, justiça e democracia é uma comemoração internacional instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas em novembro de 2009, a ser comemorado em todos os dias 18 de julho, data de nascimento do líder sul-africano Nelson Mandela. Por meio da Resolução A/RES/64/13 a ONU homenageia a dedicação de Mandela a serviço da humanidade, pela resolução de conflitos, pela relação entre as raças, promoção e proteção dos direitos humanos, a reconciliação, igualdade de gêneros e direitos das crianças e outros grupos vulneráveis, e ainda pelo desenvolvimento das comunidades pobres ou subdesenvolvidas..
domingo, 13 de julho de 2014
sábado, 12 de julho de 2014
Os cortes serviram para evitar o colapso do sistema de saúde português???
Os dados divulgados no início desta semana pela OCDE são taxativos: «Portugal continua a ser dos países em que o financiamento público menos cobre as despesas de saúde», o que nos coloca na cauda do conjunto de Estados membros daquela organização. De facto, Portugal chega mesmo, em 2012, a ocupar o último lugar na Europa dos 15, com uma despesa pública em saúde em percentagem do PIB de 5,9% (que é assim inferior à da Grécia, situada em 6,2%). E se em 2010 este indicador estava em linha com a média observada na OCDE (6,8%), sendo contudo inferior à média dos países da UE15 (7,8%), as diferenças acentuam-se em 2012, com praticamente menos um ponto percentual face à média da OCDE e com quase menos dois pontos percentuais de diferença face à média dos países da Europa dos 15. Não é à toa, portanto, que se escolhe ir, em dobro, «além da troika».
O peso da despesa pública em saúde, ao ser «calibrado» em percentagem do PIB, tem um significado muito relevante. Ele diz-nos, no fundo, que parcela da riqueza produzida por um país decide o governo afectar ao sector, evidenciando assim o grau de importância que lhe é atribuído no quadro geral da despesa pública. Podemos, na verdade, produzir menos riqueza que a Alemanha, a Holanda ou a Dinamarca. Mas o que está em causa é outra coisa: relativamente à riqueza que produzimos, o Estado português gasta proporcionalmente menos com saúde do que os Estados desses países. E essa constatação deveria bastar para desmentir todas as narrativas fraudulentas e populistas - a la Medina Carreira - em torno das pretensas «gorduras do Estado Social» e da sua suposta «desmesura» e «insustentabilidade», face às «capacidades» da «economia real» para «suportar» esses «encargos».
Perante estes dados - que evidenciam o afastamento crescente de Portugal, desde 2010, em relação à OCDE e à UE15 - causa pois a maior das perplexidades que o Comissário Europeu da Saúde, Tonio Borg, tenha tido a descomunal lata de considerar que, no quadro do Memorando de Entendimento assinado com a troika, «as reformas foram bem sucedidas a reduzir a despesa em saúde em percentagem do Produto Interno Bruto». Para concluir, ainda com maior despudor, que «os cortes serviram para evitar o colapso do sistema de saúde português». Colapso? Mas que colapso? Estará porventura o comissário europeu a sugerir que «evitámos», desta forma, o tenebroso «risco» de afectar, ao sector da saúde, uma parte da riqueza nacional proporcionalmente equivalente àquela que a generalidade dos países europeus lhe dedica?...
Pântano portubes!
Ó bes salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te mantermos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas encolheram os pés
Para ficares com o nosso, ó bes!
São lágrimas de Portugal!
Por te mantermos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas encolheram os pés
Para ficares com o nosso, ó bes!
Sejam pro-activos mas conformem-se
Os arautos da nova psicologia, que criticam a lamúria e exortam os portugueses a ser pro-activos e a dar a volta por cima, são os mesmos que contestam o inconformismo de quem anda a ver a vida a andar para trás. Comparando os níveis de desenvolvimento actuais com os dos tempos dos nossos avós, lembram a este povo mimado que nunca viveu tão bem como agora..
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