domingo, 1 de março de 2015
Rock Rendez Vous. É só picar e deixarem-se ir. TÊM MESMO QUE VER ESTE DOCUMENTÁRIO É ES-PE-CTA-CU-LAR!!!!!!!!!!!!!!
O documentário conta a história do mítico espaço de concertos lisboeta e tem a participação de, entre outros, Zé Pedro (Xutos & Pontapés) e Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta) .O documentário Rock Rendez Vous - A Revolução do Rock , do realizador Ricardo Espírito Santo.
O filme conta a história da mítica sala de concertos lisboeta e tem a participação de músicos como Rui Veloso, Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Xana (Rádio Macau) e António Manuel Ribeiro (UHF). Também o realizador Edgar Pêra, o fotógrafo Rui Vasco e Miguel Cadete, diretor da BLITZ, dão o seu testemunho, ajudando a contar a história do espaço nuns 60 minutos durante os quais também se podem ver imagens da época, na posse de particulares e instituições...
Rock Rendez Vous
O filme conta a história da mítica sala de concertos lisboeta e tem a participação de músicos como Rui Veloso, Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Xana (Rádio Macau) e António Manuel Ribeiro (UHF). Também o realizador Edgar Pêra, o fotógrafo Rui Vasco e Miguel Cadete, diretor da BLITZ, dão o seu testemunho, ajudando a contar a história do espaço nuns 60 minutos durante os quais também se podem ver imagens da época, na posse de particulares e instituições...
Rock Rendez Vous
Realmente Portugal está no bom caminho. Batem-se recordes todos os dias, todos os anos. Bendita crise, os portugueses agora vivem muito melhor do que há uns anos atrás. Mas só alguns portugueses..
- Vendas de carros de luxo disparam )http://expresso.sapo.pt/vendas-de-carros-de-luxo-disparam=f…)
- Número de portugueses com salário mínimo triplica desde início da crise (http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx…)
- Milionários em Portugal aumentam apesar da crise (http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx…)
- Risco de pobreza em Portugal no nível mais elevado desde 2005 (http://www.publico.pt/…/risco-de-pobreza-em-portugal-no-niv…)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
É verdade fui pai pela 2ª vez e sim é BENFIQUISTA. O mais engraçado é que quando sai do bloco de partos para apanhar um bocado de ar e aliviar o stress, eis que vejo a LUZ! À porta do elevador estava o único, o inigualável, o incomparável o homem que ficou famoso por dizer frases como "Vocês os quatro formem aí um triângulo." É Verdade, vi JESUS, JORGE JESUS, eheh. Há lá coincidências dos DIABOS. E sim BENFIQUISTA que é BENFIQUISTA tem que ter bigode. Ora vejam o TONI...
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Está em marcha a realização do último grande negocio em Portugal o SNS...
Eis uma notícia que nem necessita que se diga mais nada. Está lá a verdade deste sistema e a desumanidade desta gente. Criminosos
Saúde para todos ou só para quem pode pagar?
Observatório Português dos Sistemas de Saúde admite que há sinais de uma «agenda não universalista» no acesso à saúde, mas lembra que esta opção carece de «legitimação política explícita»
O relatório do Observatório coloca o dedo numa das várias «feridas» do Sistema Nacional de Saúde: a visão política que gere actualmente a saúde em Portugal. O relatório assume que existem «sinais de uma agenda não universalista» no acesso aos cuidados de saúde. O documento, conhecido esta terça-feira, aponta ainda o dedo ao Governo por não avaliar o impacto da crise na saúde dos portugueses e considera que as «taxas moderadoras» são «falsas».
O Relatório Primavera 2013 foi apresentado na Fundação Gulbenkian, numa cerimónia a que o ministro Paulo Macedo faltou. A presença estava prevista, mas não foi confirmada. Esta é a primeira vez, em 14 anos, que o ministério da Saúde não marca presença. As críticas do relatório, nomeadamente, aos «cortes violentos» que foram «além da troika» no sector, podem ser a causa do «desconforto» do Executivo. Mas o documento aponta ainda uma critica mais profunda.
O sistema de saúde português assenta na concepção universalista (constitucional), ou seja, «nos princípios de um seguro público de saúde: pagar enquanto se pode, de acordo com os rendimentos de cada um, para receber mais tarde quando se precisa», lê-se no relatório que explica: «Isto significa precisamente estar protegido de pagar na pior altura, quando se está doente».
A esta visão contrapõe-se uma outra alternativa política, não universalista, que consiste no recusar de um seguro público universal, ou seja, «quem pode paga, quem não pode é “assistido” pelo Estado. O relatório alerta precisamente para os sinais de existência de uma «agenda não universalista», que defende o relatório, «requer legitimação política explícita». Este é um dos factores que está a ameaçar a sustentabilidade política do SNS que sofre ainda da «ausência de uma linha clara de orientação no investimento em saúde», da «desmotivação dos profissionais» e da «insatisfação de uma população mais vulnerável com a resposta do SNS». Ainda assim, o relatório reconhece que no campo da sustentabilidade financeira, o ministério tomou diversas medidas que contribuíram para o objectivo.
Mais de que um diagnóstico das políticas do Governo em matéria de saúde, o relatório retrata também o país que temos hoje. Perante um SNS que em parte se «degrada», mas que ainda resiste, é preciso lembrar que a pobreza e o desemprego, a experiência real das pessoas, têm efeitos na saúde. Algumas das principais conclusões revelam que a crise provocou um aumento dos suicídios e das depressões e levou a que muitos portugueses [inclusive um terço dos idosos] não tenham dinheiro para comprar medicamentos, óculos ou aparelhos auditivos.
As falhas apontadas ao Governo, juntam-se também críticas ao Memorando de Entendimento. Apesar de fazerem parte da troika instituições europeias, um dos princípios do Tratado de Maastricht foi ignorado. «Um dos maiores progressos, a nível internacional, da concepção e posicionamento das políticas de saúde no conjunto das políticas públicas, foi a inscrição no Tratado de Maastricht, do princípio segundo o qual a adopção de qualquer outra política devia tomar em consideração a análise prévia dos seus impactes sobre a saúde», lembra-se...
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Nelson Mandela Day...
"Tal como a escravidão e o apartheid, a pobreza não é natural. É feita pelo homem e pode ser ultrapassada e erradicada pelas acções de seres humanos"...
Hoje comemora-se o Dia Internacional Nelson Mandela...
Pela liberdade, justiça e democracia é uma comemoração internacional instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas em novembro de 2009, a ser comemorado em todos os dias 18 de julho, data de nascimento do líder sul-africano Nelson Mandela. Por meio da Resolução A/RES/64/13 a ONU homenageia a dedicação de Mandela a serviço da humanidade, pela resolução de conflitos, pela relação entre as raças, promoção e proteção dos direitos humanos, a reconciliação, igualdade de gêneros e direitos das crianças e outros grupos vulneráveis, e ainda pelo desenvolvimento das comunidades pobres ou subdesenvolvidas..
domingo, 13 de julho de 2014
sábado, 12 de julho de 2014
Os cortes serviram para evitar o colapso do sistema de saúde português???
Os dados divulgados no início desta semana pela OCDE são taxativos: «Portugal continua a ser dos países em que o financiamento público menos cobre as despesas de saúde», o que nos coloca na cauda do conjunto de Estados membros daquela organização. De facto, Portugal chega mesmo, em 2012, a ocupar o último lugar na Europa dos 15, com uma despesa pública em saúde em percentagem do PIB de 5,9% (que é assim inferior à da Grécia, situada em 6,2%). E se em 2010 este indicador estava em linha com a média observada na OCDE (6,8%), sendo contudo inferior à média dos países da UE15 (7,8%), as diferenças acentuam-se em 2012, com praticamente menos um ponto percentual face à média da OCDE e com quase menos dois pontos percentuais de diferença face à média dos países da Europa dos 15. Não é à toa, portanto, que se escolhe ir, em dobro, «além da troika».
O peso da despesa pública em saúde, ao ser «calibrado» em percentagem do PIB, tem um significado muito relevante. Ele diz-nos, no fundo, que parcela da riqueza produzida por um país decide o governo afectar ao sector, evidenciando assim o grau de importância que lhe é atribuído no quadro geral da despesa pública. Podemos, na verdade, produzir menos riqueza que a Alemanha, a Holanda ou a Dinamarca. Mas o que está em causa é outra coisa: relativamente à riqueza que produzimos, o Estado português gasta proporcionalmente menos com saúde do que os Estados desses países. E essa constatação deveria bastar para desmentir todas as narrativas fraudulentas e populistas - a la Medina Carreira - em torno das pretensas «gorduras do Estado Social» e da sua suposta «desmesura» e «insustentabilidade», face às «capacidades» da «economia real» para «suportar» esses «encargos».
Perante estes dados - que evidenciam o afastamento crescente de Portugal, desde 2010, em relação à OCDE e à UE15 - causa pois a maior das perplexidades que o Comissário Europeu da Saúde, Tonio Borg, tenha tido a descomunal lata de considerar que, no quadro do Memorando de Entendimento assinado com a troika, «as reformas foram bem sucedidas a reduzir a despesa em saúde em percentagem do Produto Interno Bruto». Para concluir, ainda com maior despudor, que «os cortes serviram para evitar o colapso do sistema de saúde português». Colapso? Mas que colapso? Estará porventura o comissário europeu a sugerir que «evitámos», desta forma, o tenebroso «risco» de afectar, ao sector da saúde, uma parte da riqueza nacional proporcionalmente equivalente àquela que a generalidade dos países europeus lhe dedica?...
Pântano portubes!
Ó bes salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te mantermos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas encolheram os pés
Para ficares com o nosso, ó bes!
São lágrimas de Portugal!
Por te mantermos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas encolheram os pés
Para ficares com o nosso, ó bes!
Sejam pro-activos mas conformem-se
Os arautos da nova psicologia, que criticam a lamúria e exortam os portugueses a ser pro-activos e a dar a volta por cima, são os mesmos que contestam o inconformismo de quem anda a ver a vida a andar para trás. Comparando os níveis de desenvolvimento actuais com os dos tempos dos nossos avós, lembram a este povo mimado que nunca viveu tão bem como agora..
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